A avaliação da vitalidade de uma língua e o seu risco de extinção baseiam-se, frequentemente, em documentos como o Language Endangerment da UNESCO, que utiliza critérios como a transmissão intergeracional e a proporção de falantes em relação à população total. Todavia, estudiosos da área da surdez argumentam que a aplicação direta desses critérios às línguas de sinais nacionais pode ser insuficiente, uma vez que o risco enfrentado por essas línguas possui uma natureza distinta daquela observada em línguas orais de minorias étnicas.
Considerando-se o estatuto de “língua em risco” aplicado às línguas de sinais nacionais no Brasil, é correto afirmar que a vulnerabilidade dessas línguas decorre, primordialmente,