No contexto das discussões sobre sustentabilidade e políticas públicas nas escolas,
tem-se verificado a coexistência de abordagens pedagógicas distintas que disputam a orientação das
atividades de educação ambiental. Uma dessas abordagens fundamenta-se na incorporação de
dinâmicas corporativas baseadas na racionalidade tecnológica, na eficiência produtiva de recursos e
em ferramentas de certificação ambiental de mercado, propondo que a gestão científica do desperdício
e a internalização de custos ecológicos são suficientes para reverter os impactos gerados pelo modelo
civilizatório. Considerando as macrotendências da educação ambiental discutidas por Loureiro (2012),
essa perspectiva corresponde à macrotendência: