Não decorrera ainda um mês da proclamação da
República quando o encarregado de negócios da França
no Rio de Janeiro, Camille Blondel, anotava a tentativa
dos vencedores de 15 de novembro de construir uma
versão oficial dos fatos destinada à história. Tentava-se,
segundo Blondel, ampliar ao máximo o papel dos atores
principais e reduzir ao mínimo a parte do acaso nos acontecimentos.
(Carvalho, 2017)
Para José Murilo de Carvalho, a busca pela construção de uma “versão oficial” da Proclamação da República ressalta
(Carvalho, 2017)
Para José Murilo de Carvalho, a busca pela construção de uma “versão oficial” da Proclamação da República ressalta