Mulher de 56 anos, internada há quatro semanas por complicações clínicas, em uso de cateter venoso central de longa permanência, evolui com febre persistente, associada a calafrios, mal-estar, tosse seca e dispneia progressiva. Ao exame físico, observa-se sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa, que era previamente inexistente. Saturação periférica de oxigênio é de 91% em ar ambiente. Laboratorialmente, apresenta aumento da proteína C reativa, leucocitose com desvio à esquerda e fator reumatoide positivo em baixo título. Tomografia computadorizada de tórax é sugestiva de embolia séptica pulmonar.
Diante da suspeita de endocardite infecciosa, considerando os critérios de Duke, a conduta terapêutica inicial mais adequada é: