Um homem de 45 anos, destro, professor de
educação fÍsica, procura atendimento fisioterapêutico
devido à dor na região anterior do ombro direito há
aproximadamente três meses. Relata piora dos sintomas
durante atividades que envolvem elevação do membro
superior e movimentos repetitivos acima da cabeça. Ao
exame fÍsico, apresenta dor à palpação do sulco
intertubercular do úmero, teste de Speed positivo e teste
de Yergason positivo. A amplitude de movimento
glenoumeral encontra-se preservada, porém dolorosa nos
movimentos de flexão resistida do ombro. O exame de
imagem evidencia espessamento do tendão da cabeça
longa do bíceps braquial, sem sinais de ruptura. Com base
no caso clínico apresentado e nos conhecimentos sobre
avaliação e tratamento fisioterapêutico da tendinite
bicipital, analise as assertivas a seguir:
I. A positividade dos testes de Speed e Yergason sugere comprometimento da cabeça longa do bíceps braquial, sendo esses testes utilizados na investigação clínica da tendinopatia bicipital.
II. Na fase inicial da tendinite bicipital, a introdução precoce de exercícios resistidos para os movimentos de flexão do cotovelo e supinação do antebraço, com progressão rápida das cargas, favorece a reorganização das fibras colágenas e contribui para a recuperação funcional do tendão acometido.
III. Mesmo na ausência de déficits significativos de amplitude de movimento do ombro, a avaliação fisioterapêutica deve incluir a análise dos padrões de movlmento escapulotorácicos e glenoumerais, considerando que disfunções biomecânlcas regionais podem contribuir para a manutenção do quadro clínico da tendinopatia da cabeça longa do bíceps.
Está(ão) CORRETA(S):
I. A positividade dos testes de Speed e Yergason sugere comprometimento da cabeça longa do bíceps braquial, sendo esses testes utilizados na investigação clínica da tendinopatia bicipital.
II. Na fase inicial da tendinite bicipital, a introdução precoce de exercícios resistidos para os movimentos de flexão do cotovelo e supinação do antebraço, com progressão rápida das cargas, favorece a reorganização das fibras colágenas e contribui para a recuperação funcional do tendão acometido.
III. Mesmo na ausência de déficits significativos de amplitude de movimento do ombro, a avaliação fisioterapêutica deve incluir a análise dos padrões de movlmento escapulotorácicos e glenoumerais, considerando que disfunções biomecânlcas regionais podem contribuir para a manutenção do quadro clínico da tendinopatia da cabeça longa do bíceps.
Está(ão) CORRETA(S):
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