Durante a análise técnica da farmacoterapia de um paciente idoso em uma farmácia
da rede pública, o farmacêutico identifica a prescrição simultânea de dois inibidores da bomba de
prótons (IBPs), de nomes comerciais distintos, caracterizando uma duplicidade terapêutica sem
justificativa clínica explícita. O paciente relata episódios recorrentes de tontura e mal-estar. Diante
desse cenário de problema relacionado a medicamento (PRM), qual conduta está em estrita
conformidade com as atribuições clínicas do farmacêutico e com os protocolos de segurança do
paciente?