As estratégias modernas para o manejo da dor
musculoesquelética têm migrado de modelos puramente
estruturais para abordagens biopsicossociais, focando
na resiliência tecidual e na autogestão do paciente por
meio do movimento. Diante da necessidade de integrar a
exposição gradual e a modulação de crenças que
interferem na recuperação funcional, assinale a
alternativa CORRETA.