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Um Shih Tzu, fêmea, 6 anos, é atendido com queixa de olho vermelho, lacrimejamento excessivo e blefaroespasmo há 5 dias. O proprietário relata que o animal coça o olho frequentemente e que teve um episódio similar
há 2 meses que melhorou com colírio antibiótico. O exame oftalmológico revela hiperemia conjuntival, edema
corneano leve, e teste de fluoresceína positivo mostrando úlcera superficial com bordas irregulares e epitélio
solto ao redor. O teste de Schirmer mostra produção lacrimal reduzida (8 mm/5 min, referência: > 15 mm/5 min).
A citologia não evidencia infecção bacteriana. O animal foi tratado com colírio antibiótico (tobramicina) a cada
6 horas, lubrificante ocular a cada 4 horas, colar elizabetano e repouso por 10 dias, mas a úlcera persiste sem
melhora significativa.
Considerando o diagnóstico de úlcera de córnea indolente em Shih Tzu com síndrome do olho seco associada, qual das seguintes alternativas representa a abordagem diagnóstica e terapêutica mais apropriada neste momento?
Considerando o diagnóstico de úlcera de córnea indolente em Shih Tzu com síndrome do olho seco associada, qual das seguintes alternativas representa a abordagem diagnóstica e terapêutica mais apropriada neste momento?
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