Homem, 52 anos de idade, 3 meses após transplante cardíaco,
apresenta dispneia progressiva e BNP elevado.
Ecocardiograma revela disfunção sistólica global com fração de
ejeção de 35% (prévia: 60%). Biópsia endomiocárdica mostra
infiltrado intersticial escasso, ausência de necrose de miócitos
e presença de C4d positivo em imunohistoquímica.
Hemograma e eletrólitos normais. Qual a conduta mais
adequada neste momento?
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