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Paciente com IC avançada foi internado para avaliação de elegibilidade para transplante. Apresenta os seguintes dados hemodinâmicos ao CATE-D:
DC: 1,7 L/min/m²
PCP: 22 mmHg
PSAP: 54 mmHg
PVC: 14 mmHg
RVP: 5,2 Wood
IC: 1,8 L/min/m²
Em relação aos dados apresentados, assinale a alternativa correta.
Note e adote:
DC: débito cardíaco;
PCP: pressão capilar pulmonar;
PSAP: pressão sistólica na artéria pulmonar;
PVC: pressão venosa central;
RVP: resistência vascular pulmonar;
IC: índice cardíaco.
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De acordo com a 3ª Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco
(2018), em relação ao Transplante Cardíaco (TxC) e a
Disfunção Primária do Enxerto (DPE) como potencial
complicação pós-operatória, é correto afirmar:
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Paciente de 50 anos de idade, em PO imediato de
transplante cardíaco, tempo de CEC de 185 min, tempo
isquemia de 4h. Admitido em leito de UTI, apresenta os
seguintes parâmetros em cateter de artéria pulmonar: IC de
1,9 L/Min/m2, PVC de 17 mmHg (pressão venosa central de
8 a 12 mmHg), pressão capilar pulmonar de 23 mmHg,
evoluindo com hipotensão, refratária à reposição de
cristaloide, sendo necessário início de vasopressores e
implante de balão intra-aórtico. Paciente apresenta painel
imunológico 0 e provas cruzadas negativas. Nesse cenário,
a provável etiologia da instabilidade hemodinâmica será:
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Homem, 49 anos de idade, com miocardiopatia dilatada,
INTERMACS 2, foi submetido à implantação de dispositivo de
Assistência Ventricular Esquerda (LVAD) tipo contínuo como
ponte para transplante. Dois meses após o implante, retornou
ao ambulatório com queixa de fadiga e queda da pressão
arterial com piora de classe funcional. Exames laboratoriais
mostraram elevação de bilirrubinas, TGO e TGP. O
hemograma e o PCR (Proteína C Reativa) estavam normais, o
INR era de 3,5. Ao exame físico, apresentou PAM de
60 mmHg, turgência jugular, pele fria, sem febre. Ausculta
cardíaca sem bulhas audíveis. Os parâmetros de consumo de
energia do dispositivo estão normais. Considerando os dados
do exame físico e a história do paciente, qual o diagnóstico
mais provável e conduta?
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Homem, 65 anos de idade, branco (pele clara), agricultor,
realizou transplante cardíaco há 5 anos, comparece à consulta
de rotina. De antecedentes, ele é ex-tabagista com carga
tabágica de 40 anos-maço. Está assintomático. Imunossupressão com everolimo e prednisona. Não realizou exames
oncológicos nos últimos 2 anos. Qual das seguintes
estratégias de rastreamento é mais adequada para este
paciente, considerando as recomendações da diretriz
brasileira?
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Paciente de 60 anos de idade, 1 ano após transplante
cardíaco, apresenta creatinina de 2,6 mg/dL (prévia:
1,3 mg/dL), proteinúria subnefrótica e hipertensão arterial.
Está em uso de tacrolimo, micofenolato e prednisona. Exames
mostram HbA1c de 6,9%, LDL de 160 mg/dL, ácido úrico
elevado e taxa de filtração glomerular estimada de 38 mL/min.
Qual das condutas a seguir está mais alinhada às
recomendações da diretriz brasileira para manejo póstransplante nesse cenário?
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- FarmacologiaFarmacologia Cardiovascular
- FarmacologiaFarmacologia e Pesquisa Clínica
- Farmacovigilância e EpidemiologiaFarmacovigilância
Homem, 58 anos de idade, submetido a transplante cardíaco
há 1 ano, comparece à UTI com queixas de dispneia
progressiva, tosse seca e febre não documentada há 3 dias.
Está em uso de everolimus, tacrolimo e prednisona como
esquema imunossupressor. Ao exame físico, apresenta
úlceras orais dolorosas, crepitações finas bilaterais à ausculta
pulmonar, e hipoxemia leve (SpO2 de 89% em ar ambiente).
Radiografia de tórax evidenciou infiltrado intersticial difuso e
pequeno derrame pleural bilateral. TC de tórax confirma
infiltrado em vidro fosco. Procalcitonina normal. Lavado
broncoalveolar negativo para bactérias, fungos, CMV e
Pneumocystis. PCR-CMV indetectável. Glicose e eletrólitos
normais. Em relação ao caso descrito, qual o diagnóstico mais
provável?
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Homem, 61 anos de idade, transplantado cardíaco há 4
meses, em uso de tacrolimo, micofenolato e prednisona, é
internado com febre intermitente há 10 dias, cefaleia
holocraniana progressiva e náuseas. Está afebril no momento
da avaliação, com exame neurológico sem sinais focais, mas
confuso e sonolento. Hemograma com leucopenia leve.
TC de crânio sem alterações. Líquor: pressão de abertura
36 cmH2O, glicose 24 mg/dL, proteínas 92 mg/dL,
70 células/mm³ (linfomononucleares). Tinta da China positiva
e antígeno criptocócico no líquor positivo. Assinale a
alternativa correta sobre o manejo desse caso.
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Paciente de 64 anos de idade, 6 semanas após transplante
cardíaco, apresenta febre de 38,5 °C, tosse seca, dispneia
progressiva e hipoxemia. Raio-X de tórax mostra infiltrado
intersticial bilateral. Está em uso de tacrolimo, micofenolato e
prednisona. A lactato desidrogenase encontra-se elevada. O
lavado broncoalveolar revela organismos com coloração de
prata de Gomori (GMS) positiva. Assinale a alternativa que
apresenta o agente etiológico mais provável e a conduta
inicial.
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Homem, 37 anos de idade, submetido a transplante cardíaco
há 9 meses, evolui com febre baixa persistente, perda de peso
e linfadenomegalia cervical. Está em uso de tacrolimo,
micofenolato e prednisona. Sorologia mostra EBV IgG positivo
e PCR para EBV elevado. Biópsia do linfonodo mostra
proliferação linfoide atípica com positividade para CD20 e
EBER (RNA do EBV). Qual o diagnóstico e conduta inicial mais
adequada?
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