Considerando as especificidades do Brasil em relação
aos direitos humanos, que é o segundo país do mundo
com o maior contingente populacional afrodescendente
(45% da população brasileira, perdendo apenas para a
Nigéria), tendo sido, contudo, o último país do mundo
ocidental a abolir a escravidão, faz-se emergencial a
adoção de medidas eficazes para romper com o legado de exclusão étnico-racial, que compromete não só
a plena vigência dos direitos humanos, mas também a
própria democracia no país – sob pena de termos democracia sem cidadania.
(Flávia Piovesan, 2005. Adaptado)
Segundo Flávia Piovesan, diante do legado de exclusão étnico-racial, o Brasil arrisca-se a ter uma “democracia sem cidadania”, ou seja, uma democracia
(Flávia Piovesan, 2005. Adaptado)
Segundo Flávia Piovesan, diante do legado de exclusão étnico-racial, o Brasil arrisca-se a ter uma “democracia sem cidadania”, ou seja, uma democracia