“Tanto na plantation como na agricultura voltada para o
abastecimento, ou mesmo nas cidades, a reposição física da
escravaria – e, portanto, da própria relação social básica – se
efetuava por meio do tráfico atlântico, terceiro traço distintivo de
uma economia colonial típica.”
FRAGOSO, João; FLORENTINO, Manolo; FARIA, Scheila de Castro. A economia colonial brasileira (séculos XVI-XIX). Atual Editora, 1998. p. 96.
O fragmento de texto acima apresenta uma importante característica do sistema escravista colonial americano, ao abordar a reposição de braços cativos, que tanto enriqueceu o tráfico atlântico, e marcou séculos da exploração europeia sobre o continente.
Pode-se considerar como outra característica desse sistema:
FRAGOSO, João; FLORENTINO, Manolo; FARIA, Scheila de Castro. A economia colonial brasileira (séculos XVI-XIX). Atual Editora, 1998. p. 96.
O fragmento de texto acima apresenta uma importante característica do sistema escravista colonial americano, ao abordar a reposição de braços cativos, que tanto enriqueceu o tráfico atlântico, e marcou séculos da exploração europeia sobre o continente.
Pode-se considerar como outra característica desse sistema: