Considere o texto a seguir para responder a questão
Fuschia Sirois, professora de psicologia da Universidade de Durham, na Inglaterra, estuda há 20 anos a procrastinação. Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa, oferecendo insights e estratégias práticas para lidar com isso. "Eu falo muito em público e recebo e-mails após as palestras, pessoas cuja vidas são prejudicadas pela procrastinação, elas não podem seguir em frente com seus objetivos, está afetando sua saúde e elas estão desesperadas por qualquer tipo de conselho", disse ao site The Guardian.
"Há muitos conselhos e opiniões sobre o assunto, o que não ajuda", disse Sirois. Frases como "Você é preguiçoso, vá fazer um curso de gerenciamento de tempo" não ajudam. Na verdade, de acordo com ela, os procrastinadores precisam entender melhor qual é a origem do problema para resolvê-lo. Eles também devem parar de se culpar por procrastinar e serem mais gentis consigo mesmos. Sirois explica que a procrastinação entre os estudantes é preocupantemente alta. ''Estima-se que entre 80 e 95% dos novos alunos procrastinam pelo menos uma vez ou mais, mas 50% dos alunos procrastinam cronicamente e isso é um problema real". Para ela, a procrastinação nunca foi uma coisa boa, apesar de alguns pesquisadores argumentarem sobre os benefícios da "procrastinação positiva".
Sirois afirma: ''Embutido na definição de procrastinação está que você atrasa desnecessariamente e voluntariamente uma tarefa importante, apesar de saber que as consequências são prejudiciais. Como isso pode ser positivo?"
No trecho "É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos...", a palavra em destaque está no: