[...] “A retenção de satélites naturais por um planeta é regida pela interação entre a massa do corpo central e
a influência da massa do Sol. O volume de espaço em que um planeta exerce domínio gravitacional sobre seus
satélites, apesar da atração solar, é denominado Esfera de Hill. Matematicamente, o raio dessa esfera é
proporcional à distância do planeta ao Sol e à raiz cúbica da razão entre a massa do planeta e a massa do Sol.
Planetas com grandes massas e situados a maiores distâncias da estrela central tendem a possuir Esferas de Hill
mais vastas e estáveis. Isso permite não apenas a formação de satélites por co-acreção, mas também a captura
gravitacional de objetos externos, como asteroides e cometas. Inversamente, planetas internos, devido à
proximidade com o Sol e menores massas, possuem regiões de dominância gravitacional reduzidas, dificultando a
manutenção de sistemas orbitais complexos.”
Murray, C. D.; DERMOTT, S. F. Solar System Dynamics. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
Considerando os conceitos de Esfera de Hill e as características dos corpos do Sistema Solar descritos no texto, assinale a alternativa que identifica o planeta que, por possuir uma combinação favorável de grande massa e considerável distância do Sol, apresenta atualmente o maior número de satélites naturais confirmados:
Murray, C. D.; DERMOTT, S. F. Solar System Dynamics. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
Considerando os conceitos de Esfera de Hill e as características dos corpos do Sistema Solar descritos no texto, assinale a alternativa que identifica o planeta que, por possuir uma combinação favorável de grande massa e considerável distância do Sol, apresenta atualmente o maior número de satélites naturais confirmados: