Mulher, 59 anos de idade, realizou transplante cardíaco
ortotópico há 10 anos, evolui com dispneia aos esforços e
fadiga progressiva. ECG sem alterações agudas.
Ecocardiograma mostra fração de ejeção 45%, sem
valvopatias. Último exame com fração de ejeção de 55%.
Troponina discretamente elevada. Último painel imunológico
negativo. Considerando o tempo de transplante, qual a hipótese
diagnóstica mais provável, mecanismo de ação e principal
investigação?
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