TEXTO I
ESPORTES E QUALIDADE DE VIDA O
debate sobre esportes e qualidade de vida transcende a mera
prática de atividades físicas, consolidando-se como um pilar
fundamental para a saúde pública e o bem-estar social.
Informações do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do
Ministério do Esporte reiteram que a inserção regular do
exercício físico na rotina diária não apenas previne uma vasta
gama de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes
tipo 2 e hipertensão, mas também atua decisivamente na saúde
mental, reduzindo os índices de estresse, ansiedade e depressão
em diversas faixas etárias. Além dos benefícios individuais, a
promoção do esporte contribui para a coesão social, fomenta o
espírito de equipe e a disciplina, valores essenciais para o
desenvolvimento de comunidades mais resilientes e engajadas.
Contudo, a disparidade no acesso a infraestruturas adequadas e
programas de incentivo ainda representa um desafio
significativo em muitas regiões do país. A falta de investimento
em políticas públicas que democratizem o acesso ao esporte,
especialmente em áreas de vulnerabilidade social, perpetua um
ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde. A
Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que, em
cenários onde o acesso é limitado, a população tende a
apresentar maiores prevalências de obesidade e sedentarismo.
Para reverter esse quadro, é imperativa a formulação de
estratégias intersetoriais que envolvam educação, saúde e
planejamento urbano, garantindo que o direito ao esporte seja
efetivo e universal. A qualificação de profissionais da área, a
criação de espaços esportivos comunitários e a integração do
esporte no currículo escolar são medidas que podem
impulsionar uma mudança cultural duradoura, transformando a
percepção do esporte de um luxo para uma necessidade
intrínseca à qualidade de vida. (Texto elaborado com base em
informações públicas sobre esportes e qualidade de vida)
base no texto acima, julgue o item a seguir.
A expressão “um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde” sugere que a inatividade é a causa direta de uma série de problemas de saúde, estabelecendo uma relação de causa e efeito que é explicitada pelo advérbio "consequentes".
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