A síndrome metabólica equina (SME) é caracterizada por obesidade (em especial a
adiposidade regional), resistência à insulina (RI), dislipidemia e maior risco de laminite
endocrinopática. As manifestações dessa doença envolvem importantes fatores
genéticos, que ocorrem quando os animais suscetíveis são expostos a condições
ambientais que favorecem e possibilitam seu desenvolvimento. Sobre essa síndrome,
avalie as afirmativas a seguir.
I A hiperglicemia é mais comumente associada à disfunção da pars intermédia da pituitária (PPID) e pode ser acompanhada por linfocitose. Cavalos com SME de longa data apresentam atividade γ-glutamil transferase levemente diminuída, alteração associada à lipidose hepática.
II Os testes considerados padrão ouro para diagnóstico de resistência à insulina são os testes dinâmicos de resposta glicêmica e insulinêmica à insulina e/ou glicose (clamp euglicêmico hiperinsulinêmico - EHC) e teste de tolerância à glicose intravenosa com coleta frequente (FSIGTT).
III O tecido adiposo é uma importante fonte de hormônios reguladores do metabolismo energético e de citocinas inflamatórias. Em equinos, a obesidade ou “supercondicionamento” (definido pelo escore da condição corporal) está associada a maiores concentrações plasmáticas de insulina e leptina.
IV O exame de sangue utilizado na avaliação da resistência à insulina equina é o teste de glicemia, com ou sem jejum, em associação a avaliações séricas dos triglicerídeos e das concentrações plasmáticas de peptídeo C, sendo a forma de monitoramento, mais específica, de animais que apresentem a SME.
Das afirmativas, estão corretas as dos itens
I A hiperglicemia é mais comumente associada à disfunção da pars intermédia da pituitária (PPID) e pode ser acompanhada por linfocitose. Cavalos com SME de longa data apresentam atividade γ-glutamil transferase levemente diminuída, alteração associada à lipidose hepática.
II Os testes considerados padrão ouro para diagnóstico de resistência à insulina são os testes dinâmicos de resposta glicêmica e insulinêmica à insulina e/ou glicose (clamp euglicêmico hiperinsulinêmico - EHC) e teste de tolerância à glicose intravenosa com coleta frequente (FSIGTT).
III O tecido adiposo é uma importante fonte de hormônios reguladores do metabolismo energético e de citocinas inflamatórias. Em equinos, a obesidade ou “supercondicionamento” (definido pelo escore da condição corporal) está associada a maiores concentrações plasmáticas de insulina e leptina.
IV O exame de sangue utilizado na avaliação da resistência à insulina equina é o teste de glicemia, com ou sem jejum, em associação a avaliações séricas dos triglicerídeos e das concentrações plasmáticas de peptídeo C, sendo a forma de monitoramento, mais específica, de animais que apresentem a SME.
Das afirmativas, estão corretas as dos itens