De acordo com Perracini et al. (2019): “A funcionalidade pode
ser entendida como um continuum de estados funcionais, com
diferentes níveis de desempenho, refletindo uma
complexidade que, por vezes, torna difícil distinguir processos
patológicos daqueles tidos como uma evolução “normal” do
processo de envelhecimento (...). Os extremos da
funcionalidade são os diferentes níveis de desempenho e
competência funcional e estão associados a desfechos
positivos e negativos, respectivamente representados pelo
envelhecimento saudável e pelo envelhecimento com
fragilidade. A funcionalidade relacionada ao primeiro está
associada a maiores níveis de satisfação e bem-estar
subjetivo, maior senso de autoeficácia e controle pessoal, uma
rede de relações sociais mais abrangente, melhor saúde e
independência física e mental e um envolvimento mais ativo
com a vida, a despeito da presença de doenças crônicas. No
outro extremo, a funcionalidade relacionada à fragilidade está
associada a maiores níveis de mortalidade e comorbidades,
pior saúde, maior dependência funcional, aumento do risco de
institucionalização e maior prevalência de síndromes
geriátricas, como quedas, imobilismo, insuficiência cognitiva
e incontinência urinária.”
De acordo com o texto acima sobre funcionalidade no contexto do envelhecimento, qual das seguintes alternativas melhor descreve a relação entre os extremos do continuum funcional e suas respectivas associações com o processo de envelhecer?
De acordo com o texto acima sobre funcionalidade no contexto do envelhecimento, qual das seguintes alternativas melhor descreve a relação entre os extremos do continuum funcional e suas respectivas associações com o processo de envelhecer?