Mulher de 35 anos, atendida na UBS por cefaleia recorrente bilateral, de intensidade moderada, em “faixa” ou pressão, sem náuseas, fotofobia ou fonofobia, que piora com atividade física rotineira. Nega trauma recente, febre, perda de peso ou déficits neurológicos. Ao exame, sem sinais de alarme (idade >50 anos, início súbito, papiledema, rigidez nucal ou déficit focal). Qual a conduta inicial mais adequada na UBS?