Foram encontradas 50 questões.
Paciente de 45 anos, sexo feminino, procura a UBS relatando há 3 semanas humor deprimido na maior parte do dia, perda de interesse em atividades antes prazerosas, fadiga intensa, insônia, sentimentos de culpa excessiva e dificuldade de concentração, com prejuízo significativo no trabalho e cuidados com os filhos. Ao exame, PHQ-9 pontua 18/27. Nega plano suicida, mas refere pensamentos recorrentes de que “seria melhor não existir”. Qual a conduta inicial mais adequada na UBS?
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Na Atenção Primária, um homem de 32 anos procura a UBS após relacionamento sexual desprotegido recente e relata febre baixa, faringite e linfonodomegalia há 10 dias. Nega uso de drogas injetáveis. Ao exame: sem sinais de gravidade. O médico orienta sobre prevenção combinada, oferta de testagem e necessidade de vinculação rápida ao cuidado caso o teste seja reagente. Considerando as recomendações atuais do SUS sobre ampliação do diagnóstico (incluindo testagem rápida na APS) e o reconhecimento de condições relacionadas a` aids, assinale a alternativa CORRETA.
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Mulher de 35 anos, atendida na UBS por cefaleia recorrente bilateral, de intensidade moderada, em “faixa” ou pressão, sem náuseas, fotofobia ou fonofobia, que piora com atividade física rotineira. Nega trauma recente, febre, perda de peso ou déficits neurológicos. Ao exame, sem sinais de alarme (idade >50 anos, início súbito, papiledema, rigidez nucal ou déficit focal). Qual a conduta inicial mais adequada na UBS?
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Homem de 62 anos, com história de AVC isquêmico aterotrombótico há 2 semanas (estenose carotídea ipsilateral 40%, sem fibrilação atrial no ECG), retorna a` UBS para seguimento. PA 155/90 mmHg, LDL 130 mg/dL, não tabagista. Hemiparesia leve (NIHSS 3). Qual a melhor estratégia de prevenção secundária a ser iniciada na UBS, incluindo uso de aspirina?
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Paciente M.S.L., 28 anos, sexo feminino, parda, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) queixando-se de dor articular em mãos, punhos e joelhos há 3 meses, de caráter migratório, simétrico e com rigidez matinal de cerca de 40 minutos. Refere também fadiga intensa, queda difusa de cabelo sem cicatrização e úlceras orais indolores recorrentes no palato duro. Relata que, há 2 semanas, apresentou eritema facial bilateral sobre as regiões malares, poupando os sulcos nasolabiais, que surgiu após exposição solar prolongada. Nega uso de medicações crônicas. Ao exame físico: temperatura axilar de 37,8 ºC, PA 130 × 88 mmHg, rash malar eritematoso sem descamação, duas úlceras indolores em palato duro, alopecia difusa não cicatricial, artrite em 2ª e 3ª metacarpofalangianas bilaterais e punhos, sem deformidades erosivas, fenômeno de Raynaud em mãos. Exames laboratoriais: hemograma com leucócitos 3.200/mm3 (linfócitos 900/mm3), plaquetas 118.000/mm3 , hemoglobina 10,8 g/dL (VCM 88 fL), VHS 68 mm/1ª hora, PCR 0,8 mg/dL (normal < 1,0), creatinina 0,9 mg/dL, EAS com proteinúria 1+ e hematúria dismórfica (15 hemácias/campo), relação proteína/creatinina urinária 0,6 g/g. FAN (HEp-2) reagente 1:640 padrão nuclear homogêneo, anti-dsDNA reagente em altos títulos, antiSm reagente, C3 e C4 consumidos. Anti-CCP negativo.
Considerando o quadro clínico, os achados laboratoriais e as diretrizes atuais (critérios EULAR/ACR 2019), assinale a alternativa que contém, respectivamente, o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada na atenção primária:
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Paciente de 52 anos com diagnóstico confirmado de fibromialgia (WPI ≥4 e SSS ≥9) comparece à UBS para seguimento. Relata dor persistente, fadiga e distúrbios do sono apesar de amitriptilina 25 mg/noite. Não apresenta contraindicações. De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Reumatologia para tratamento na atenção primária, qual a abordagem terapêutica inicial mais apropriada?
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Mulher de 68 anos, com IMC de 29 kg/m2 , refere dor mecânica progressiva no joelho direito há 2 anos, pior ao subir escadas e com rigidez matinal <30 minutos. Ao exame, apresenta crepitação, dor à palpação da linha articular medial, redução da amplitude de movimento (flexão 110º) e varo de 8º. Radiografia em pé AP e perfil mostram estreitamento assimétrico do espaço articular tibiofemoral medial (grau 3 KL), osteófitos marginais e esclerose subcondral. Na UBS, o manejo não farmacológico prioritário inclui:
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Mulher de 52 anos, com cirrose hepática compensada por hepatite C já tratada, em seguimento regular na UBS, encontra-se atualmente sem ascite, sem edema, sem episódios prévios de encefalopatia ou hemorragia digestiva, com plaquetas 140.000/mmS e ultrassonografia recente mostrando fígado nodular, baço aumentado e ausência de nódulos suspeitos. Apresenta bom estado funcional, sem queixas, Child-Pugh A e MELD 9. Considerando o manejo ambulatorial de pacientes com cirrose compensada na atenção primária, qual é a conduta MAIS adequada?
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Homem de 35 anos, sem comorbidades conhecidas, realizou testagem para hepatite B na UBS como parte de rastreio de IST. Na˜o ha´ registro de vacinação prévia. Os resultados foram: HBsAg não reagente, anti-HBc total na˜o reagente, anti-HBs não reagente. Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Hepatite B e Coinfecções do Ministério da Saúde (2023), a interpretação sorológica e a conduta mais adequadas são:
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Mulher de 45 anos, sedentária, com IMC 28 kg/m², procura a UBS referindo azia e regurgitação há 3 meses, piorando após refeições abundantes e ao deitar. Nega disfagia, perda de peso ou alarme. Exame físico normal. Qual a conduta inicial mais adequada na UBS, conforme diretriz brasileira de DRGE?
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