Um estudante universitário de 21 anos comparece à consulta, relatando que abandonou a faculdade,
pois tinha uma sensação corporal desagradável que só era aliviada quando revisitava mentalmente toda
a sua rotina diária. Nesse período, viu-se também obrigado a retornar repetidamente à casa para verificar
se as portas e as torneiras estavam devidamente fechadas. Afirma que, em alguns momentos, sente-se
completamente convencido de que, se não realizar esses atos, algo catastrófico inevitavelmente ocorrerá,
embora não tenha provas concretas. Com base na apresentação clínica, o quadro deve ser classificado
como transtorno: