A.S.M., homem de 64 anos, com diagnóstico de
Doença de Parkinson há dois anos, em uso de levodopa,
apresenta boa resposta motora, mas relata alucinações
visuais bem estruturadas. Não há confusão mental, uso de
anticolinérgicos ou alterações metabólicas. O exame neurológico não mostra delirium, e a cognição está preservada.
Qual conduta é mais adequada neste cenário? Assinalar a
melhor alternativa entre as proposições abaixo.