O Sr. RMF de 61 anos, internado por insuficiência
cardíaca descompensada, apresenta dessaturações noturnas recorrentes, sonolência excessiva diurna e episódios de
pausas respiratórias observadas pela enfermagem durante
o sono. Não há uso de opioides nem sedativos. A polissonografia realizada ainda durante a internação demonstra
índice de apneia-hipopneia elevado, com predomínio de
eventos obstrutivos e ausência de hipercapnia. A equipe
discute a estratégia inicial de manejo respiratório hospitalar, considerando exclusivamente a diretriz da American
Academy of Sleep Medicine para pacientes adultos hospitalizados. Segundo a diretriz, qual conduta é correta neste
cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
A Sra. ASF de 74 anos apresenta declínio cognitivo progressivo há três anos, inicialmente com prejuízo de memória episódica, evoluindo para dificuldades em atividades instrumentais da vida diária. A avaliação neuropsicológica demonstra comprometimento predominante de memória e funções executivas. A tomografia de crânio não evidencia lesões estruturais significativas. Exames laboratoriais descartam causas metabólicas reversíveis. O diagnóstico clínico de Doença de Alzheimer foi estabelecido conforme critérios do protocolo nacional. Atualmente, a paciente encontra-se em fase moderada da doença, com prejuízo funcional relevante, porém ainda deambula sem auxílio. A equipe discute o tratamento farmacológico mais adequado segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Segundo o PCDT, qual é a conduta farmacológica corretamente indicada para este estágio clínico? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
V.M.S., mulher, 52 anos, procura atendimento em
unidade de urgência por cefaleia bilateral em pressão, de
intensidade moderada, contínua há quatro dias. Nega
náuseas, fotofobia ou piora aos esforços. Relata estresse
recente e privação de sono. Refere uso frequente de analgésicos comuns, com alívio parcial. O exame neurológico é
normal, sem sinais de alarme ou alteração sistêmica. Qual
é a conduta correta? Assinalar a melhor alternativa entre as
proposições abaixo.
L.M.R., mulher, 34 anos, previamente hígida, procura a unidade de emergência com cefaleia pulsátil unilateral intensa há aproximadamente 12 horas, associada a
náuseas, fotofobia e piora aos esforços. Refere crises semelhantes previamente diagnosticadas como enxaqueca sem
aura, com resposta insatisfatória ao uso domiciliar de analgésicos simples. Encontra-se hemodinamicamente estável,
afebril, sem rigidez de nuca e sem déficit neurológico focal. Não há contraindicações medicamentosas conhecidas.
Qual é a conduta correta para abortar a crise no pronto
atendimento? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
M.A.L., mulher de 56 anos, relata desconforto intenso em membros inferiores ao se deitar, descrito como
necessidade irresistível de movimentar as pernas, pior à
noite e parcialmente aliviado com movimento. Os sintomas duram há mais de seis meses, prejudicam o sono e não
há sinais de neuropatia. A ferritina sérica é de 42 ng/mL
(VR:15 ng/mL a 200 ng/mL. Metodologia CLIA). Qual é
a conduta mais apropriada? Assinalar a melhor alternativa
entre as proposições abaixo.
A.S.M., homem de 64 anos, com diagnóstico de
Doença de Parkinson há dois anos, em uso de levodopa,
apresenta boa resposta motora, mas relata alucinações
visuais bem estruturadas. Não há confusão mental, uso de
anticolinérgicos ou alterações metabólicas. O exame neurológico não mostra delirium, e a cognição está preservada.
Qual conduta é mais adequada neste cenário? Assinalar a
melhor alternativa entre as proposições abaixo.
S.G.A., mulher de 62 anos, com antecedente de hipertensão controlada, apresenta episódio de disartria e instabilidade de marcha, com melhora parcial após 10 dias. A ressonância magnética de encéfalo demonstra múltiplas lesões hiperintensas em T2 periventriculares e infratentoriais, sendo algumas com realce por gadolínio e outras sem realce. O líquor mostra bandas oligoclonais positivas. Qual afirmação é correta frente ao caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
L.F.R., homem de 44 anos, procura atendimento por fraqueza progressiva em membros inferiores há quatro dias, associada a parestesias distais, dificuldade para subir escadas e arreflexia generalizada. Refere episódio de diarreia infecciosa duas semanas antes. A capacidade vital forçada encontra-se em queda progressiva, ainda acima de 20 mL/kg. O líquor coletado no terceiro dia de sintomas mostra discreta elevação proteica sem pleocitose significativa. A equipe discute a necessidade de iniciar tratamento específico. Qual é a conduta terapêutica corretamente indicada neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
T.M.C., homem, 52 anos, previamente hígido, é levado ao pronto-socorro em atividade convulsiva tônico-clônica contínua com duração aproximada de 8 minutos.
Não há recuperação da consciência entre os episódios e o
acesso venoso ainda não foi obtido no primeiro minuto de
atendimento. A equipe discute a conduta inicial mais adequada. Qual é a conduta correta como terapia de primeira
linha neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as
proposições abaixo.
D.G.M., homem, 39 anos, previamente hígido, apresenta uma crise convulsiva tônico-clônica generalizada,
com recuperação completa. O exame neurológico é normal, a tomografia de crânio não mostra alterações, e o EEG
demonstra descargas epileptiformes focais. O paciente trabalha como operador de máquinas pesadas e demonstra
preocupação com o risco de nova crise. Qual é a afirmação
correta sobre o início do tratamento após uma primeira
crise não provocada? Assinalar a melhor alternativa entre
as proposições abaixo.