A Revolução Liberal do Porto estourou em 1820, erguendo duas grandes bandeiras de luta. De um lado, o constitucionalismo, a proposta de criação do conjunto de leis fundamentais do Estado português. De outro, a defesa da soberania nacional monárquica que, nesse caso, significava o retorno imediato de d. João VI, ou, ainda melhor, de toda a família real. Para os brasileiros, o movimento caiu muito mal: indicava que a metrópole não dava sinais de ultrapassar os laços coloniais, insistia em garantir seus próprios interesses, e que o sonho de um Império luso-brasileiro estava prestes a se desfazer.
A Revolução Liberal do Porto, em 1820, correspondeu em Portugal e no Brasil, respectivamente, à