Mulher de 59 anos, com esclerose sistêmica cutânea limitada
diagnosticada há 11 anos, anticorpo anticentrômero positivo, é
avaliada por dispneia progressiva aos esforços há seis meses.
Nega febre, tosse produtiva ou dor torácica. Ao exame, apresenta
telangiectasias, esclerodactilia e hiperfonese de P2, sem
estertores pulmonares ou edema periférico.
A prova de função pulmonar mostra capacidade vital forçada de 91% do previsto e capacidade de difusão do monóxido de carbono de 42% do previsto. Tomografia computadorizada de tórax de alta resolução demonstra discretas alterações intersticiais basais, envolvendo menos de 10% do parênquima pulmonar. O ecocardiograma revela função sistólica preservada do ventrículo esquerdo, ausência de valvopatia significativa e pressão sistólica estimada da artéria pulmonar de 52 mmHg.
Considerando as possíveis causas de dispneia e hipertensão pulmonar na esclerose sistêmica, assinale a próxima conduta mais adequada.
A prova de função pulmonar mostra capacidade vital forçada de 91% do previsto e capacidade de difusão do monóxido de carbono de 42% do previsto. Tomografia computadorizada de tórax de alta resolução demonstra discretas alterações intersticiais basais, envolvendo menos de 10% do parênquima pulmonar. O ecocardiograma revela função sistólica preservada do ventrículo esquerdo, ausência de valvopatia significativa e pressão sistólica estimada da artéria pulmonar de 52 mmHg.
Considerando as possíveis causas de dispneia e hipertensão pulmonar na esclerose sistêmica, assinale a próxima conduta mais adequada.
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