Magna Concursos
4267008 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Mulher de 59 anos, com esclerose sistêmica cutânea limitada diagnosticada há 11 anos, anticorpo anticentrômero positivo, é avaliada por dispneia progressiva aos esforços há seis meses. Nega febre, tosse produtiva ou dor torácica. Ao exame, apresenta telangiectasias, esclerodactilia e hiperfonese de P2, sem estertores pulmonares ou edema periférico.

A prova de função pulmonar mostra capacidade vital forçada de 91% do previsto e capacidade de difusão do monóxido de carbono de 42% do previsto. Tomografia computadorizada de tórax de alta resolução demonstra discretas alterações intersticiais basais, envolvendo menos de 10% do parênquima pulmonar. O ecocardiograma revela função sistólica preservada do ventrículo esquerdo, ausência de valvopatia significativa e pressão sistólica estimada da artéria pulmonar de 52 mmHg.

Considerando as possíveis causas de dispneia e hipertensão pulmonar na esclerose sistêmica, assinale a próxima conduta mais adequada.
 

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