A síndrome da resposta inflamatória sistêmica
(SIRS) induz a um estado hipermetabólico
caracterizado por resistência insulínica, aumento da
gliconeogênese, oxidação proteica exacerbada e
balanço nitrogenado negativo. As diretrizes da ESPEN
(2019) reforçam que a terapia nutricional deve ser iniciada precocemente, preferindo-se a via enteral
quando possível, com aporte calórico progressivo e
proteína suficiente para mitigar catabolismo. Ainda
assim, persistem controvérsias sobre composição,
timing e tipo de substrato energético. Considerando
esse corpo de evidências, qual estratégia representa a
conduta inicial mais consistente para atenuar o
hipermetabolismo em pacientes críticos?