Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 17 anos de idade foi internada durante a
pandemia da Covid-19. Sete dias antes da admissão, Ela
iniciou febre e tosse produtiva com escarro claro,
vermelhidão nos olhos, dor de garganta, congestão nasal,
rinorreia e mialgias. Dois dias após a admissão, a paciente
piorou com desconforto respiratório e escarro com manchas
de sangue. Os testes rápidos de antígeno para influenza A e B
e Covid-19 foram negativos. A tosse piorava com esforço e
respiração profunda, associada a dores no peito e nas costas.
Outros sintomas incluíam fadiga e dor em ambos os joelhos
ao caminhar. A paciente apresentava crescimento e
desenvolvimento normais e havia recebido todas as vacinas
infantis de rotina. Estava em tratamento apenas dos sintomas,
e não havia alergias medicamentosas conhecidas. Era
vegetariana, não bebia álcool, não fumava tabaco e nem
usava drogas ilícitas. Tinha pais e irmão saudáveis. A família
estava seguindo as recomendações de isolamento social. Ao
exame físico, apresentou-se febril, com FC = 124 bpm, PA =
142 mmHg x 62 mmHg, FR = 30 rpm e saturação de
oxigênio = 90% em ar ambiente. Os exames realizados
apresentaram creatinina = 2,00 mg/dL, proteína C reativa =
77,5 mg/L, hemoglobina = 6,7 g/dL, leucócitos = 11.890 e
plaquetas = 526.000. O EAS revelou 3+ sangue e 2+
proteína; com mais de 100 glóbulos vermelhos e 20 glóbulos
brancos por campo de grande aumento.
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