Gercina, sexo feminino, 41 anos, procura a Unidade
Básica de Saúde devido queixa de dor no peito há 1
semana, com curta duração, tipo pontada, de média
intensidade, porém muito recorrente. Diz que a dor é
profunda e não correlaciona com esforços. Relata apenas
estar amamentando. Está muito preocupada pois sua
mãe morreu de infarto.
Nega doenças crônicas e uso de medicações continuas. Ao exame físico, ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações, PA=110x60mmHg, FC=78bpm
Mamas volumosas, sem sinais de ingurgitação.
A médica então finaliza o exame físico e volta a conversar com Gercina. Pergunta se está passando por alguma dificuldade, se está angustiada com algum problema e a paciente então começa a chorar, relatando que seu filho mais velho foi preso.
Em relação ao caso clínico descrito, tendo em vista que foram excluídas causas cardíacas e pulmonares, a melhor forma de abordar os sintomas como somatização são:
Nega doenças crônicas e uso de medicações continuas. Ao exame físico, ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações, PA=110x60mmHg, FC=78bpm
Mamas volumosas, sem sinais de ingurgitação.
A médica então finaliza o exame físico e volta a conversar com Gercina. Pergunta se está passando por alguma dificuldade, se está angustiada com algum problema e a paciente então começa a chorar, relatando que seu filho mais velho foi preso.
Em relação ao caso clínico descrito, tendo em vista que foram excluídas causas cardíacas e pulmonares, a melhor forma de abordar os sintomas como somatização são: