Mulher de 62 anos procura atendimento ambulatorial por dor
nas mãos há cerca de três anos, com piora ao longo do dia e
durante atividades como abrir potes e torcer roupas. Refere
rigidez matinal por aproximadamente 15 minutos. Ao exame,
apresenta aumento de consistência óssea em várias articulações
interfalangianas distais e proximais e dor à mobilização da
primeira carpometacarpiana bilateralmente. Não há sinovite nas
metacarpofalangianas ou nos punhos, nem dactilite, alterações
ungueais ou lesões cutâneas sugestivas de psoríase.
Os exames mostram proteína C reativa de 0,3 mg/dL (< 0,5 mg/dL), fator reumatoide de 22 UI/mL (< 14 UI/mL) e anticorpos antipeptídeos citrulinados < 7 U/mL (< 20 U/mL). Radiografias das mãos mostram osteófitos e redução do espaço articular em interfalangianas distais, proximais e primeiras carpometacarpianas, sem erosões centrais e sem alterações relevantes em metacarpofalangianas ou punhos.
Considerando a distribuição do acometimento, os achados do exame físico e os exames complementares, assinale a interpretação diagnóstica mais adequada.
Os exames mostram proteína C reativa de 0,3 mg/dL (< 0,5 mg/dL), fator reumatoide de 22 UI/mL (< 14 UI/mL) e anticorpos antipeptídeos citrulinados < 7 U/mL (< 20 U/mL). Radiografias das mãos mostram osteófitos e redução do espaço articular em interfalangianas distais, proximais e primeiras carpometacarpianas, sem erosões centrais e sem alterações relevantes em metacarpofalangianas ou punhos.
Considerando a distribuição do acometimento, os achados do exame físico e os exames complementares, assinale a interpretação diagnóstica mais adequada.
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