Os clubes negros são espaços criados no século XIX, sobretudo a partir da década de 1870, por e para pessoas negras — com base em uma ideia de raça — autoidentificadas como negras; pretas; morenas; mulatas; etiópicas; de cor; nos quais desenvolvem atividades sociais — de caráter autodenominado cultural, social, político, dançante, beneficente, recreativo ou carnavalesco — cuja nomeação era atribuída como clube, centro e/ou sociedade, e cujo objetivo era manter um espaço de convívio social no qual essas atividades eram realizadas.
As ações realizadas pelas organizações mencionadas no texto tinham por objetivo promover