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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Recursos e serviços de informaçãoServiço de Referência
Assinale a alternativa CORRETA sobre o Serviço de referência presencial e virtual:
ACCART, Jean-Philippe. Serviço de referência: do presencial ao virtual. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2012. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5277647/mod_resource/content/1/ACCART%2C%20J.%20P.%20Servi%C3%A7o%20de%20refer%C3%AAncia%20 do%20presencial%20ao%20virtual..pdf. Acesso em 04 set. 2024.
DAMIAN, Ieda Pelógia Martins; CASTRO FILHO, Claudio Marcondes de. Dimensões do serviço de referência virtual: uma análise do ponto de vista dos usuários. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 14, n. 1, jan./abr. 2018. Disponível em: https://rbbd.febab. org.br/rbbd/article/view/487. Acesso em 04 set. 2024.
SILVA, Vítor Vasata Macchi. O serviço de referência virtual em bibliotecas nacionais e internacionais: um estudo comparativo. Biblionline, João Pessoa, v. 13, n. 1, p. 114-126, jan./mar. 2017. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/view/33353/17825. Acesso em 04 set. 2024.
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Associe a segunda coluna com a primeira acerca do Marketing em Ambientes Informacionais:
COLUNA 1
(1) American Marketing Association
(2) Neuromarketing
(3) Marketing de guerrilha
(4) Inbound marketing
(5) Marketing científico digital
COLUNA 2
( ) Tem como meta final “[...] despertar o consumo por impulso [...]” (Lima Alan; Lima; Fofonca; Lopes, 2023, p. 5316);
( ) “[...] se baseia em planejamento estratégico de informação e conteúdo direcionado para o seu público, disse minando conteúdos de seu interesse em ferramentas web, como blogs, redes sociais, websites e campanhas de e-mails [...]” (Ferreira; Santos Neto, 2021, p. 34).
( ) “[...] As características desta estratégia estão principalmente no uso da criatividade, com ações impactantes e alto teor publicitário” (Prado, 2022, p. 16);
( ) Define marketing como sendo “[...] a atividade, o conjunto de conhecimentos e os processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo [...]” (Kotler, 2018, p. 3);
( ) “[...] aplicação conjunta do marketing digital e do marketing científico como estratégia empregada em produtos da ciência, aliada à comunicação científica e comunicação digital, com o intuito de oferecer serviços alinhados às necessidades dos usuários [...]” (Araujo, 2018, p. 8).
ARAUJO, Ronaldo Ferreira. Marketing científico digital e métricas de mídias sociais: indicadores-chave de desempenho de periódicos no Facebook. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 28, n. 1, p. 7-22, jan./abr. 2018. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/ies/article/ view/22063/20360. Acesso em 04 set. 2024.
KOTLER, Philip. Administração de marketing. 15. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. Disponível em: https://edisciplinas.usp. br/pluginfile.php/7519481/mod_resource/content/0/Administrac%CC%A7a%CC%83o%20de%20Marketing%2015%C2%AA%20Edic%CC%A-7a%CC%83o_compressed.pdf. Acesso em 04 set. 2024
LIMA, Alan Freire de; LIMA, Arlete Freire de; FOFONCA, Eduardo; LOPES, Gabriel Cesar Dias. Propaganda e marketing em empresas, bibliotecas escolares e bibliotecas institucionais: a subestimação e subutilização do marketing, marketing digital e do neuromarketing em bibliotecas. Revista Gestão e Secretariado (GeSec), São Paulo, SP, v. 14, n. 4, 2023, p. 5309-5330. Disponível em: https://ojs.revistagesec.org.br/secretariado/article/view/1984/1005. Acesso em 04 set. 2024.
FERREIRA, Janaina Carla; SANTOS NETO, João Arlindo dos. Inbound marketing em bibliotecas universitárias: novas formas de mediação da informação. Inf. Prof., Londrina, v. 10, n. 1, p. 32–52, jan./abr. 2021. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/infoprof/article/ view/43391/pdf_1. Acesso em 04 set. 2024.
PRADO, Jorge Moisés Kroll do. Planejamento e tendências de marketing para bibliotecas. ConCI, v. 5, p. 1 – 22, dossiê, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/conci/article/view/16846/12700. Acesso em 04 set. 2024.
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Faça a associação CORRETA entre as duas colunas, relacionando os descritores e o seu significado.
COLUNA 1
1. Scanner
2. Assinatura digital
3. Criptografia
4. Workflow
5. Análise do sistema
COLUNA 2
( ) Nesta fase, “[...] todos os dados e informações obtidas são analisados para a aplicação do GED, fazendo a integração de diversas mídias diferentes, como microfilmes e discos ópticos [...]” (Santos et al., 2017, p. 593);
( ) "[...] tem por finalidade proteger os dados não somente textos, mas qualquer tipo de informação (fotos, sons, vídeos, planilhas) de modo que as técnicas computacionais consigam decifrá-los [...]" (Santos et al., 2017, p. 593);
( ) "[...] faz a varredura do documento, transformando o mesmo em uma informação digital que será reconhecida pelo computador [...]" (Santos et al., 2017, p. 593);
( ) "[...] ferramenta utilizada para criar padrões de processos, tal como fazer análise, compreensão e monitoramento das atividades dos negócios, proporcionando à gerência documental [...]” (Santos et al., 2017, p. 591);
( ) "[...] traz autenticidade aos documentos, pois uma vez modificado não há possibilidade de validação da assinatura" (Santos et al., 2017, p. 594).
SANTOS, Daniele Ribeiro dos. et al. Gerenciamento eletrônico de documentos: aplicação do Gerenciamento de documentos eletrônicos no poder público/Judiciário. Revista Gestão em Foco, n. 9, p. 586 – 598, 2017. Disponível em: https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/ uploads/sites/10001/2018/06/059_gerenciamento.pdf Acesso em: 05 set. 2024.
A CORRETA numeração dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Em relação à Curadoria Digital, todas as assertivas abaixo estão corretas, EXCETO:
ARAKAKI, Ana Carolina Simionato; DAL’EVEDOVE, Paula Regina. Organização e representação da informação diante das novas abordagens para o ambiente digital: apontamentos sobre Web Semântica e Curadoria Digital. In: ALBUQUERQUE, Ana C. Questões teórico-epistemológicas para a ciência da informação: possibilidade e informações. Ijuí: Editora Unijuí, 2020. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9786586074369/ Acesso em: 02 set. 2024.
PIRES, Cássio de Oliveira; ROCHA, Rafael Port da. Finalidade e atividades da curadoria digital na perspectiva de sua implantação em uma instituição. Brazilian Journal of Information Science: Research trends, v.14, n. 4, p. 1 – 31, set./dez. 2020. Disponível em: https://revistas.marilia. unesp.br/index.php/bjis/article/view/10857. Acesso em: 02 set. 2024.
SAYÃO, Luis Fernando; SALES, Luana Farias. Curadoria digital: um novo patamar para preservação de dados digitais de pesquisa. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 22, n. 3, p. 179-191, set./dez. 2012. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/view/12224/8586. Acesso em: 02 set. 2024.
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- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Organização e administração de bibliotecasAvaliação de bibliotecasPlanejamento de Bibliotecas
Considere a citação a seguir acerca do Planejamento Estratégico em Ambientes Informacionais:
“[...] a definição de metas e prioridades, previsão dos acontecimentos futuros e tomada de decisões sobre fins, meios e recursos [...]” (Almeida, 2005, p. 10).
ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2005. Disponível em: https://www.academia.edu/43523070/PLANEJAMENTO_DE_BIBLIOTECAS_E_SERVI%C3%87OS_DE_INFORMA%C3%8% C3%83O?auto=download. Acesso em: 01 set. 2024.
Assinale a alternativa que corresponde ADEQUADAMENTE ao conteúdo nela exposto:
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- Automação em Bibliotecas
- Serviços Automatizados para Bibliotecas
- Tecnologias da informaçãoRedes de informação eletrônica e não eletrônicaDublin Core
Julgue os enunciados abaixo, em relação à Automação em Unidades de Informação:
I. As orientações dos Requisitos funcionais para dados de autoridade (FRAD) “[...] tratam de dois aspectos principais: as entidades e os relacionamentos utilizados para representar os assuntos dos documentos [...]” (Milani; Sousa, 2018, p. 336);
II. “O formato MARC tornou a representação descritiva, pela primeira vez, legível por computador e teve um impacto revolucionário na comunidade bibliotecária, possibilitando a transição dos registros manuais, feitos em fichas e cartões, para os catálogos e registros automatizados [...]” (Dumer; Albuquerque, 2020, p. 19);
III. Nos Requisitos funcionais para dados de autoridade de assunto (FRSAD), “[...] duas entidades para identificação do assunto são apontadas como de nível elevado, isto é, são consideradas entidades superiores, quais sejam: thema (plural themata ou themas) e nomen (plural nomina ou nomens)” (Milani; Sousa, 2018, p. 336);
IV. O primeiro formato de descrição bibliográfica surgiu como iniciativa da Biblioteca Nacional em meados do Século XX;
V. “[...] um conjunto semântico de elementos básicos para representar e organizar recursos em ambiente web [...] foi chamado de ‘Metadados Dublin Core’ [...] (Dumer; Albuquerque, 2020, p. 92).
DUMER, Luciana; ALBUQUERQUE, Maria Elizabeth Baltar Carneiro de. O MARC 21 e os outros formatos de intercâmbio bibliográfico. João Pessoa: Editora UFPB, 2020. Disponível em: https://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/view/179/911/7524. Acesso em: 01 set. 2024.
MILANI, Suellen Oliveira; SOUSA, Brisa Pozzide. Pseudônimos de autoras, aspectos contigenciais e o seu protagonismo social: FRAD, FRSAD e a representação temática em catálogos online. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.14, n. 2, p. 329-345, nov. 2018. Disponível em: https://revista. ibict.br/liinc/article/view/4474/3954. Acesso em: 01 set. 2024.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Analise as afirmativas abaixo e assinale V, se VERDADEIRAS, ou F, se FALSAS.
( ) Desenvolvimento de coleções é “um processo, não possuindo começo, meio ou fim, sendo ciclo contínuo, e todas as etapas possuem o mesmo grau de relevância” (Miranda; Bernardino, 2019, p. 78);
( ) O acervo bibliográfico, especialmente de Bibliotecas Universitárias, é composto "por obras gerais, infanto juvenil, literatura brasileira e regional, livros didáticos, coleções escritas históricas regionais e obras em Braille [...]” (Miranda; Bernardino, 2019, p. 78);
( ) A “[...] visão administrativa das atividades de formação e desenvolvimento de coleções pode ser considerada como a principal justificativa da evolução terminológica dos termos utilizados para designar as atividades voltadas ao cuidado com os acervos em unidades de informação [...]” (Correa; Santos, 2015, p. 352);
( ) O profissional bibliotecário que está inserido “[...] no espaço escolar deve participar, ativamente, dos planejamentos dos projetos políticos pedagógicos uma vez que tem a competência necessária para atuar no desenvolvimento de coleções de qualidade, contribuindo para a formação de um acervo que não apenas atenda às demandas informacionais de sua comunidade, mas que seja atrativo e estimulante para o seu público [...]” (Aguiar; Carvalho, 2022, p. 25);
( ) A “nomenclatura ‘Gestão de Estoques Informacionais’ (GEI) começa a ser utilizada nas reformulações curriculares de alguns cursos de graduação a partir dos anos 2000” (Correa; Santos, 2015, p. 346).
AGUIAR, Niliane Cunha de; CARVALHO, Telma de. Formação e desenvolvimento de acervos em biblioteca escolar como recurso para promover a competência informacional infantil: importância, desafios e perspectivas. Bibl. Esc. em R., Ribeirão Preto, v. 8, n. 1, p. 22-41, 2022. Disponível em: https://revistas.usp.br/berev/issue/view/12255 Acesso em: 01 set. 2024.
MIRANDA, Ana Claudia Carvalho de; BERNARDINO, Maria Cleide Rodrigues. Gerenciamento de coleções em bibliotecas públicas. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 15, n. 3, p. 71 – 93, set./dez., 2019. Disponível em: https://cip.brapci.inf.br/download/121396. Acesso em: 01 set. 2024.
CORREA, Elisa Cristina Delfini; SANTOS, Luana Carla de Moura dos. De formação e desenvolvimento de coleções para gestão de estoques de informação: um panorama da mudança terminológica no Brasil. Rev. Digit.Bibliotecon. Cienc. Inf., Campinas, SP, v.13, n. 2, p. 343-355, maio/ ago. 2015. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8634631/3390 Acesso em: 01 set. 2024.
A ordem CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- Conceitos Fundamentais
- Definições dos Conceitos Fundamentais da Biblioteconomia
- Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação
- Organização e administração de bibliotecasUsuários / Disseminação Seletiva
Analise as afirmativas abaixo.
I. Uma das etapas do trabalho automatizado da Disseminação seletiva da informação (DSI) é o “Levantamento do perfil de interesse dos usuários - descrição detalhada da qualificação, especialidade, necessidades e interesses dos usuários” (Eirão, 2009, p. 22);
II. A disseminação, “no âmbito informacional, está ligada à propagação de materiais informacionais e deve estar intrinsecamente voltada ao planejamento para ser efetiva em uma organização” (Amaral, 2014, p. 46);
III. DSI é um “serviço que a partir do perfil individual ou de grupo, identificado explícita ou implicitamente, encaminha periodicamente aos usuários um pacote informacional, ou permite aos usuários meios para acessá-lo, sendo o pacote informacional resultante da seleção realizada por meio de ação humana ou de um sistema automatizado, a partir da comparação dos perfis dos usuários com os recursos informacionais disponíveis” (Souto, 2008, p. 17);
IV. O HTTP “é um protocolo no nível de aplicação utilizado por sistemas distribuídos, colaborativos e sistemas de informações hipermídias”; no entanto, não está relacionado à troca de documentos de hipertexto (Calegari, 2016, p. 26);
V. A Web Semântica “é uma Web separada da ‘atual’ - a Web de documentos – mas não uma extensão que busca prover aos sistemas e agentes de software a capacidade de processar, compartilhar, reusar e entender os termos descritos por dados definidos de maneira precisa” (Calegari, 2016, p. 28).
AMARAL, Marjorie Rosielle Silva do. Disseminação Seletiva da Informação no contexto das Organizações Aprendentes: proposta de um modelo digital integrado ao SIGAA na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 2014. 118f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão em Organizações Aprendentes) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2014. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/5934/1/arquivototal.pdf. Acesso em: 01 set. 2024.
CALEGARI, Newton Juniano. Proposta de uma ferramenta de anotação semântica para publicação de dados estruturados na Web. 2016. 87f.Dissertação (Mestrado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital) - Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2016. Disponível em: https://tede2.pucsp.br/bitstream/handle/18992/2/ Newton%20Juniano%20Calegari.pdf. Acesso em: 01 set. 2024.
EIRÃO, Thiago Gomes. Disseminação seletiva da informação: uma abordagem. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 20-29, jul./dez. 2009. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/1972 Acesso em: 30 ago. 2024.
SOUTO, Leonardo Fernandes. Mediação em serviços de disseminação seletiva de informações no ambiente de bibliotecas digitais federadas. 2008. 238f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Programa de Pós–Graduação em Ciência da Informação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:
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Sobre bibliotecas e livros digitais, analise as sentenças abaixo.
I. O advento do CD-ROM pontua uma fase de destaque na transformação do texto impresso para o eletrônico, pois ampliou as aplicações de atuação do mercado editorial, com a possibilidade de armazenamento de textos, imagens, arquivos sonoros e animações. (Towle, 2007 apud Serra, 2016, p. 226).
II. De acordo com Rao (2005, apud Serra, 2016, p. 226), a segunda geração de livros no formato eletrônico iniciou-se na década de 1990, com a web disponibilizando o conteúdo e a troca de arquivos, com a portabilidade sendo favorecida. Aquele período também foi marcado pelo lançamento do formato PDF.
III. Segundo Armstrong e Lonsdale (2011, apud Serra, 2016, p. 224), a primeira idealização dos livros digitais é feita pelo protótipo Dynabook, desenvolvido por Alan Kay, um pesquisador do Laboratório do Centro de Pesquisas da Xerox em Palo Alto.
IV. A inclusão de livros digitais nas bibliotecas ocorreu de forma natural, através da oferta de conteúdo e demanda de usuários. Esse movimento foi impulsionado pelo conhecimento do objeto, do conteúdo disponível, das opções de licenciamento e das formas de utilização. (Serra, 2016, p. 228).
V. Os agregadores de conteúdo são empresas que comercializam títulos de editores para as bibliotecas, porém em plataformas próprias. (Serra, 2016, p. 232).
SERRA, Liliana Giusti Serra. Bibliotecas e livros digitais: breve história e novos desafios. In: RIBEIRO, Anna Carolina Mendonça Lemos, FERREIRA, Pedro Cavalcanti Gonçalves (orgs). Biblioteca do Século XXI: desafios e perspectivas. Brasília: Ipea, 2016, 353 p. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/170105_biblioteca_do_seculo_21.pdf. Acesso em: 02 set. 2024.
Assinale a sentença que contêm todas as alternativas VERDADEIRAS:
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I. ( ) A análise de assunto, por meio da leitura documental, permite a identificação e a seleção de conceitos orientados pelo conteúdo (documentos em análise) e pela demanda (usuários da biblioteca) para, em seguida, representá-los por termos de uma linguagem documental em uso pelo catálogo online. (Fujita, 2016, p. 19).
II. ( ) As bibliotecas que não estão vinculadas a nenhum sistema de informação não precisam documentar aquilo que é criado em sua organização. Essa responsabilidade é dos grandes sistemas de informação visando à criação de redes de comunicação eficientes entre os indexadores, para que haja o compartilhamento de conhecimento. (Rubi; Fujita, 2006, p.12)
III. ( ) O tema política de indexação não é recente na literatura publicada em Ciência da Informação, porém é inédita sua aplicabilidade para bibliotecas e, em especial, para bibliotecas universitárias. (Fujita, 2016, p. 21).
IV. ( ) O uso de uma metodologia de indexação aumenta a exaustividade e a especificidade, dando visibilidade aos conteúdos documentais das coleções das bibliotecas. (Fujita, 2016, p. 32)
V. ( ) Na Indexação, o termo "precisão" é usado por Lancaster (2004, p. 4) para designar a capacidade de recuperar documentos úteis.
GIL LEIVA, I. Manual de indización: teoria y práctica. Gijón: Trea, 2008. FUJITA, M. S. L. (org). Política de indexação para bibliotecas: elaboração, avaliação e implantação [online]. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016, 142 p. Disponível em https://books.scielo.org/id/dbdj8/pdf/fujita-9788579838170.pdf. Acesso em 02 de set. 2024. FUJITA, M. S. L.; RUBI, M. P. Modelo de lectura profesional para la indización. Scire (Zaragoza). v.12, p.47 - 69, 2006 LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Brasília, Briquet de Lemos, 2004. RUBI, M. P.; FUJITA, M. L. S. O ensino de procedimentos de política de indexação na perspectiva do conhecimento organizacional: uma proposta de programa para a educação à distância do bibliotecário. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.11, n.1, p.1-16, 2006. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/pci/article/view/23721. Acesso em: 02 set. 2024.
Assinale a alternativa com a ordem CORRETA:
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