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O genoma obscuro e as doenças
A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas
suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de
turistas; mas este local idílico esconde um segredo
trágico.
Panay abriga o maior número de casos existentes no
mundo de um distúrbio dos movimentos incurável,
chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na
sigla em inglês.
Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP
desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas
situações.
Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a
doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência
filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito
tempo, até que os geneticistas descobriram que todos
esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva
de um gene chamado TAF1.
O início dos sintomas parece ser causado por um
transposon no meio do gene, ou seja, um elemento
móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a
causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se
que esta variante genética tenha surgido pela primeira
vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida
e se estabelecer na população.
"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é
necessário para o crescimento e a multiplicação de todos
os tipos de células", afirmam os pesquisadores.
Este é um exemplo simples de como algumas
sequências de DNA do genoma obscuro controlam a
função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a
transformação de informações genéticas em proteínas,
em resposta a indicações recebidas do ambiente.
O genoma escuro também fornece instruções para a
formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas
como RNAs não codificantes. Eles desempenham
diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas,
bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a
atividade genética.
Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como
os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA
reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes,
agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o
genoma obscuro e diversas doenças crônicas.
A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais
errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de
vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as
moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o
corpo entre em um estado de doença, alterando a
atividade genética, de forma a aumentar as inflamações
do corpo ou promover a morte celular.
Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a
depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes
age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão
de certos genes.
A indústria de desenvolvimento de remédios
concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas
percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os
RNAs não codificantes que controlam os genes
encarregados desses processos.
No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as
empresas realizam sequenciamento de DNA em
amostras de tumores dos pacientes para identificar um
alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico.
E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas
regiões codificantes de proteínas do genoma.
O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas
células e processos diferentes que não têm relação com
a doença.
No entanto, a atividade do genoma obscuro é
extraordinariamente específica. Existem RNAs não
codificantes que regulam a fibrose apenas no coração,
de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio
potencialmente muito seguro, explicam os
pesquisadores.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
Com base nas informações do texto, assinale a alternativa correta em relação aos elementos científicos e sociais discutidos.
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Os animais cuja temperatura corporal varia de acordo com a temperatura do ambiente são chamados de
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A condição mais propícia ao desenvolvimento de fungos em ambientes internos ocorre quando o ambiente é
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Os biomas brasileiros, como a Floresta Amazônica, o
Cerrado e a Mata Atlântica, apresentam grande
biodiversidade, mas sofrem pressão de atividades
econômicas. Assinale a afirmação condizente com essa
realidade e a conservação ambiental.
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Leia as afirmativas abaixo:
I – Fungos, protistas, moneras e vírus são reinos e/ou grupos variados, abrangendo organismos unicelulares e pluricelulares com especificidades distintas.
II – Nos protistas, existem espécies fotossintetizantes (algas) e heterotróficas (protozoários), evidenciando diversidade funcional.
III – Os fungos são exclusivamente autótrofos, fabricando o próprio alimento.
IV – As bactérias podem agir como decompositoras, enquanto os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios.
Estão corretas as afirmativas:
I – Fungos, protistas, moneras e vírus são reinos e/ou grupos variados, abrangendo organismos unicelulares e pluricelulares com especificidades distintas.
II – Nos protistas, existem espécies fotossintetizantes (algas) e heterotróficas (protozoários), evidenciando diversidade funcional.
III – Os fungos são exclusivamente autótrofos, fabricando o próprio alimento.
IV – As bactérias podem agir como decompositoras, enquanto os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios.
Estão corretas as afirmativas:
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Os ecossistemas dependem das relações de troca de
matéria e energia entre os diversos organismos e o meio.
Em uma abordagem pedagógica, explorar o ciclo da água
e a importância dos decompositores nos solos auxilia a
percepção de interdependência ambiental. Marque a
alternativa que melhor traduz uma prática que evidencie
essa interdependência no ensino de Ecologia.
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Porto Barreiro está localizado no estado do Paraná, região Sul do Brasil. O município
integra um bioma conhecido por sua biodiversidade e por ser um dos mais ameaçados do
país, caracterizado por florestas densas e espécies endêmicas. Qual das alternativas
abaixo se refere a este bioma?
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A ______________ pode ser definida como a condição em que as capturas de uma
ou todas as classes de idade em uma população são tão elevadas que reduzem a biomassa, o potencial
de desova e as capturas no futuro a níveis inferiores aos de segurança. Ela pode ser de crescimento,
quando ocorre decréscimo no número de recrutas pelo excesso de captura dos indivíduos jovens, não
lhes dando chance de crescer; de recrutamento, quando se constata decréscimo no estoque
reprodutor, pelo excesso de captura dos reprodutores, não lhes dando oportunidade de contribuir para
a reposição do estoque; ou ecossistêmica, quando a composição e dominância das espécies são
significativamente modificadas pela pesca.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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As mudanças climáticas, impulsionadas pelo aumento dos gases de efeito estufa,
impactam diretamente os ecossistemas aquáticos. O aquecimento dos oceanos, a acidificação das
águas, as variações na salinidade e a menor solubilidade do oxigênio afetam o metabolismo, o
crescimento e a reprodução de diversas espécies aquícolas, tanto marinhas quanto continentais. A
partir desse contexto, analise as assertivas a seguir:
I. O aumento da temperatura dos oceanos tem impactos diretos no metabolismo, crescimento e reprodução das espécies marinhas. Espécies como salmão, camarão e ostras, por exemplo, são sensíveis às mudanças térmicas. O crescimento e a sobrevivência dessas espécies são comprometidos quando a temperatura excede os limites ideais.
II. A acidificação das águas oceânicas, que ocorre devido à maior absorção de CO₂ pelos mares, prejudica organismos calcários, como moluscos e corais, comprometendo sua capacidade de formar estruturas calcárias essenciais para sua sobrevivência. As alterações nos recifes de corais impactam não apenas as espécies que deles dependem para abrigo e alimentação, mas também a biodiversidade marinha como um todo.
III. As alterações na salinidade e nos padrões de precipitação também têm um impacto direto na aquicultura marinha, principalmente nas zonas costeiras, onde a salinidade pode variar devido a mudanças na quantidade de precipitação e no aumento do nível do mar. Espécies marinhas, como mexilhões e ostras, que dependem de uma salinidade constante para sua sobrevivência e reprodução, podem enfrentar dificuldades à medida que os padrões de salinidade se alteram.
IV. A temperatura elevada das águas diminui a solubilidade do oxigênio, prejudicando a respiração das espécies de água doce e marinha. Esse fenômeno é particularmente crítico para espécies de água doce, como a tilápia, que são muito sensíveis a variações térmicas.
Quais estão corretas?
I. O aumento da temperatura dos oceanos tem impactos diretos no metabolismo, crescimento e reprodução das espécies marinhas. Espécies como salmão, camarão e ostras, por exemplo, são sensíveis às mudanças térmicas. O crescimento e a sobrevivência dessas espécies são comprometidos quando a temperatura excede os limites ideais.
II. A acidificação das águas oceânicas, que ocorre devido à maior absorção de CO₂ pelos mares, prejudica organismos calcários, como moluscos e corais, comprometendo sua capacidade de formar estruturas calcárias essenciais para sua sobrevivência. As alterações nos recifes de corais impactam não apenas as espécies que deles dependem para abrigo e alimentação, mas também a biodiversidade marinha como um todo.
III. As alterações na salinidade e nos padrões de precipitação também têm um impacto direto na aquicultura marinha, principalmente nas zonas costeiras, onde a salinidade pode variar devido a mudanças na quantidade de precipitação e no aumento do nível do mar. Espécies marinhas, como mexilhões e ostras, que dependem de uma salinidade constante para sua sobrevivência e reprodução, podem enfrentar dificuldades à medida que os padrões de salinidade se alteram.
IV. A temperatura elevada das águas diminui a solubilidade do oxigênio, prejudicando a respiração das espécies de água doce e marinha. Esse fenômeno é particularmente crítico para espécies de água doce, como a tilápia, que são muito sensíveis a variações térmicas.
Quais estão corretas?
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O ____________ na água é um parâmetro de vital importância na piscicultura. A
maioria dos peixes o captura por meio de um complexo órgão branquial, sendo utilizado para a
respiração celular. Assim, a sua disponibilidade em níveis adequados é essencial para que os peixes
possam se alimentar e crescer da forma esperada. Para espécies de águas frias, a sua concentração
na água deve ser sempre superior a 5,0 mg/L. Já para os de águas quentes (tropicais), o ideal é uma
concentração acima de 3,0 mg/L. Em situações nas quais a concentração esteja abaixo desses valores,
os animais poderão sobreviver, porém isso resultará em desempenho aquém do esperado. Níveis
abaixo de 1,0 mg/L são letais para a maioria das espécies, se expostas por muitas horas a essa
situação.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna o trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna o trecho acima.
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