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O protocolo cerimonial é um conjunto de diretrizes e práticas que regulamentam os eventos solenes e públicos no Brasil. Estas normas estão estabelecidas no Decreto no 70.724/1972, o qual aprova as regras e a ordem geral de precedência. O decreto foi inicialmente publicado no Diário Oficial em 10 de março de 1972 e republicado em 19 de abril do mesmo ano. Essas orientações são aplicadas em todos os níveis de governo, abrangendo o federal, estadual e municipal. O processo de protocolo e cerimonial segue uma lógica específica e foi desenvolvido com o objetivo de facilitar a compreensão do cerimonialista. Além disso, desempenha um papel crucial na distinção dos cargos e funções das autoridades envolvidas, contribuindo para a organização e padronização de eventos. De acordo com o que o protocolo determina sobre as ordens de precedência de um cerimonial e a orientação correta quanto à posição e papel de uma autoridade que preside uma solenidade, assinale a alternativa correta.
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Sobre o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), é INCORRETO afirmar que
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Julgue o item a seguir.
Os participantes das reuniões de trabalho podem decidir não abrir mão de seus direitos de imagem, garantindo que não serão registrados por mídias audiovisuais durante o processo.
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A prática do Jornalismo de Soluções iniciou-se de modo disperso nas redações, sendo institucionalizada na Solutions Journalism Network, que lista algumas de suas características, à exceção de uma. Assinale-a.
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Pesquisadores organizam a história do webjornalismo em fases. Segundo Mielniczuk (2003), as duas primeiras foram: 1. Transposição e 2. Metáfora.
A segunda se diferencia da primeira, pois
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Em 30 de outubro de 1938, véspera do Dia das Bruxas nos Estados Unidos, a rede de rádio CBS transmitiu o Mercury Theater, com a dramatização do romance de ficção científica A Guerra dos Mundos. Parte considerável dos ouvintes acreditou que a Terra estava, de fato, sendo invadida por marcianos, a ponto de deixar, em pânico, suas casas, o que gerou acidentes em série.
Esse episódio marcante da história do rádio teve a direção e narração de
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José Carlos Aronchi propôs a classificação dos programas da televisão brasileira em cinco categorias: entretenimento, informação, educação, publicidade e outros (para os que não se enquadravam nas anteriores). Integram a categoria Informação, os gêneros
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Leia o lead abaixo:
Lucas Malasuerte, de 47 anos, era, a despeito do nome, um sujeito feliz: casado, com dois filhos, casa própria e um bom emprego como ferramenteiro em São José dos Campos, São Paulo. Em janeiro passado, perdeu o emprego; em março, a mulher o deixou, levando os filhos; vendeu a casa em maio, para pagar dívidas. Ontem, Lucas escreveu um bilhete de despedida, enfiou um revólver na boca e se matou, em frente ao guichê do Sine, a agência de empregos do Ministério do Trabalho.
(LAGE, 2015)
Esse tipo de estrutura textual que, nas palavras do autor, “é como um pequeno conto de poucas linhas” é o lead
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Leia o trecho da matéria, assinada por Duda Menegassi e publicada, em junho de 2024, em O Eco
Peru aprova lei de proteção para macaco encontrado apenas nos Andes peruanos
“Nesta quarta-feira (12), o Congresso da República do Peru aprovou a criação do projeto de lei n° 7559, que visa a proteção e conservação do mono choro de cola amarilla – ou macaco-barrigudo-da-cauda-amarela – e seu habitat. A proposta foi aprovada em sessão única, com uma maioria de 90 votos favoráveis, 22 votos contrários e uma abstenção. O mono choro vive apenas na porção de floresta montanhosa, acima dos 2 mil metros de altitude, no centro-norte do Peru, aos pés da Cordilheira dos Andes”.
Esse trecho é característico de um (a)
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Leia o texto abaixo, publicado em junho de 2024 no veículo jornalístico gaúcho Matinal.
“Até a próxima
por Carlos Alberto Kolecza
Na primeira vez foi a iniciativa dos filhos, com ares de ultimato. Não me deixariam engaiolado, o que certamente aconteceria, sem luz, sem água, comida e internet. A síndica me ajudou a compor a mochila de emergência. Um filho agiu confiado no poder de seu muque. O outro, com a mulher, arrebanhou um time de socorristas voluntários e um bote. Ofereceram-se ao caudal sujo que ocupou a rua Augusto Melecchi, no bairro Menino Deus, no segundo dia da primeira enchente.
Estava se formando o coquetel bacteriológico do vômito do riolago, resultado inevitável das pestilências obrigado a engolir da manhã à noite. Na horizontal, abraçado aos socorristas, fui depositado no bote sem ter molhado um centímetro da roupa, tinha à minha espera, na praça Estado de Israel, uma médica mineira voluntária, atenta ao protocolo clínico básico.
Estava na primeira etapa da maratona de ansiedade, na verdade medo, desatada por duas enchentes descomunais seguidas. Algo inesperado, para quem tinha um ano na grande enchente de 1941. A esta altura do campeonato, não esperava ver o repeteco. Currículo desprezível diante do infortúnio de dezenas de milhares que perderam tudo e de centenas de mortos.
Na segunda vez, 23 de maio, mesmo cenário, quase em pânico, fui socorrido por uma equipe da Polícia Judiciária do TR-4, reforçada por um voluntariado de Brasília. Até cadeira de rodas no desembarque….Vendo os esguichos efervescentes da boca dos bueiros não tenho mais a certeza de que não pedirei socorro mais uma vez.”
O texto acima é um(a)
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