Magna Concursos

Foram encontradas 1.481 questões.

2643524 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
A eficácia de uma peça publicitária radiofônica é obtida através da clareza na transmissão da mensagem e da qualidade nas produções técnica e de conteúdo.
Nesse contexto, o estilo humorístico deve ser evitado porque
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643523 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
Read text below and answer questions NSCE22-000-01 to NSCE22-000-15:
Will technology make teachers obsolete?
by Wade Deacon High School Senior Debating Society
June 3, 2013
Enunciado 2742931-1
Education, education, education. We are a nation obsessed with our academia, our schools, libraries and universities. Yet all that is changing. A new type of schooling is taking over, and that is online learning. We are bombarded with technology everywhere we turn, and sure enough the 21st-century has trickled down into our educational institutions.
More and more establishments are signing up for Internet enlightenment, and its effects are felt beyond just the UK. All across the world, students from all walks of life are closing their exercise books and opening their laptops.
The ease of access that humans have nowadays to virtual outlets is astonishing — online learning platforms, free Internet services in public buildings and even the revolutionary educational ‘pods’ becoming popular in Asia and Central America — and so many different pupils will find it quicker and indeed simpler to access these online resources when they want. For some, it may even seem easier to log onto the nearest Wi-Fi than attend school day in and day out.
Opening up the amount of learning resources and research facilities students can access over the Internet has created new possibilities for those pursuing studies all over the globe. Granting students the freedom and flexibility to learn about the subjects that interest them is an inspiring way to get students to really follow in-depth studies on areas important to them, either to satisfy an academic interest or to give them the building blocks they need for the careers they want in the future.
Particularly in countries with easy access to technology, the use of computers, podcasts and webcams really allows these young adults to gain a passion for learning.
Of course, there are sceptics who raise common problems concerning behaviour and self-discipline to learn. Many worry that, left to their own devices, teenagers in particular will not have the desire to spend their own time following up their education.
Lots of schools that have embraced the transition to a more media-based programme still keep timetables, school days and the school building. They appoint a member of staff to watch the children to make sure they are still getting their work done. This is where we find the crux of the whole matter: what is the ‘teaching profession’?
If a person’s job is to simply stand in a room and mind rowdy teens, are they really a member of said profession? Teaching is more than child-minding students; teaching is about giving your pupils a love for your subject, getting them enthused about their education and mentoring them through the course of their school years. Do we seriously think, even with the new advances in virtual learning, that all this will just crumble into obsolescence?
As long as there is education, there will have to be teachers. Students cannot be given full responsibility for their own learning, or else we’ll end up with half the population practically illiterate by age twenty. Education needs routine and order and discipline, yes, but more importantly education needs to be twinned with motivation.
Although some might say that virtual learning provides an easier way of teaching young people what they need to know to scrape the grades they need on their exams, the true heart and soul of the teaching profession will stay alive, at least for now, at least in this country.
(adapted from http://blog.britishcouncil.org/2013/06/03/teaching-and-technology/)
The adjective "astonishing" in "The ease of access [...] is astonishing" can be replaced by
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643522 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
Os problemas de enquadramento em fotografias são devidos ao erro de paralaxe, comum nas câmeras analógicas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643521 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
Texto
Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
As frases a seguir apresentam uma forma passiva, à exceção de uma. Assinale-a.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Fora de foco
Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células”.
Sobre a concordância nominal e verbal desse segmento do texto, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643519 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
Carta ao leitor – Uma falsa solução mágica
O perigo de políticas públicas desgastadas, que custam caro e dão pouco resultado, serem substituídas por outras ainda piores é sempre muito alto quando não há bons exemplos para emular. A legalização da maconha é uma dessas soluções aparentemente simples para um problema complexo que muitos estudiosos e políticos sérios, e outros nem tanto, defendem na falta de uma ideia melhor. A premissa, nunca testada na prática em sua totalidade, é que a liberação da produção, da venda e do consumo da Cannabis seria suficiente para eliminar do problema sua porção mais danosa, a cadeia de crimes alimentada pelo dinheiro do tráfico. Pois os eleitores do Uruguai e do Colorado e de Washington, nos Estados Unidos, decidiram, pelo voto direto ou de seus representantes, ser cobaias da experiência de legalizara maconha. Dentro de alguns meses, qualquer cidadão adulto do nosso país vizinho e dos dois estados americanos poderá comprar a droga numa farmácia ou loja especializada.
VEJA destacou duas repórteres para ver de perto o impacto que a legalização da maconha está tendo entre os uruguaios e os americanos. Sim, porque, mesmo antes da entrada em vigor das leis, seu espírito liberalizante já se instalou. As jornalistas viram uma realidade menos rósea que aquela com que os defensores da medida costumam sonhar. Uma das repórteres visitou seis cidades em Washington, no Colorado e na Califórnia, onde, a exemplo de outros dezessete estados e da capital americana, a maconha é de quase livre acesso, mesmo que, teoricamente, só possa ser vendida por prescrição médica.
Da mesma forma que ocorre com as bebidas alcoólicas, há sempre algum adulto irresponsável disposto a comprar maconha para um adolescente usar. “Preparando-se para a entrada em vigor da nova lei, as lojas vão vender maconha muito mais potente do que a dos traficantes”, diz a repórter. Nossa segunda repórter teve uma impressão ainda mais negativa do caso uruguaio. Enquanto nos estados americanos existe uma provisão para avaliar de tempos em tempos o acerto da legalização, no Uruguai predomina a improvisação: “Ninguém analisou em profundidade as consequências de longo prazo que a legalização pode trazer”.
(Veja, 13/11/2013)
“O perigo de políticas públicas desgastadas, que custam caro e dão pouco resultado, serem substituídas por outras ainda piores é sempre muito alto quando não há bons exemplos para emular”.
Em relação aos componentes desse primeiro período do texto, assinale a afirmativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643518 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
O gerenciamento de arquivo é uma parte importante da edição não-linear. Sobre o processo de captura de mídia para um software de edição, analise as afirmativas a seguir.
I. Os arquivos capturados passam a ser chamados de clipes.
II. Arquivos separados e independentes de áudio, vídeo e metadados são sempre gerados no sistema.
III. No processo são criados um arquivo com a mídia digitalizada e um arquivo de texto com informações de dados.
Assinale:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643517 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
Ao percorrer as estantes de livros de uma biblioteca pública, são percebidas certas divisões de assunto, tais como:
Enunciado 2740986-1
Na terminologia da classificação, essas são as chamadas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643516 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Quando um trabalho é organizado e executado, seguindo as medidas adequadas, aumenta-se a produtividade. Ter uma maior produtividade significa
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2643515 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Provas:
Considere as informações a seguir e responda à questão
Atos e Fatos relacionados às Despesas:
1. Aprovação da LOA com a Fixação das seguintes despesas: Pessoal Ativo = 120.000; Material de Consumo para formação de estoque = 60.000; Serviço de manutenção = 20.000; Aquisição de bens móveis = 30.000 e Obras de construção de Sede = 70.000
2. Empenhadas 90% das despesas correntes e 80% das despesas de capital.
3. Liquidadas todas as despesas correntes e de capital
4. Considerando um saldo em banco conta única de R$263.600, sendo R$100.000 da categoria econômica de capital e o restante da corrente, efetue os pagamentos de pessoal ativo e em seguida de fornecedores respeitando a disponibilidade financeira de cada categoria econômica.
O valor do estágio do pagamento das despesas correntes foi
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas