Foram encontradas 80 questões.
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais
crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de
integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.
A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e
personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem
ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala
de aula.
Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos
para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e
acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.
Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo.
A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática
pedagógica.
Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas
os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando
uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.
Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em
conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do
país.
(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o sublinhado na frase acima está em:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais
crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de
integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.
A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e
personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem
ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala
de aula.
Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos
para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e
acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.
Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo.
A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática
pedagógica.
Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas
os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando
uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.
Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em
conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do
país.
(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
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Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais
crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de
integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.
A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e
personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem
ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala
de aula.
Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos
para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e
acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.
Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo.
A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática
pedagógica.
Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas
os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando
uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.
Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em
conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do
país.
(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais
crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de
integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.
A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e
personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem
ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala
de aula.
Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos
para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e
acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.
Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo.
A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática
pedagógica.
Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas
os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando
uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.
Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em
conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do
país.
(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o
"foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás,
na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o
caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento.
Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas,
que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho,
da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos
sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a
realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?
Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre
o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.
(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de
Janeiro: Record, 2022, edição digital)
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- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o
"foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás,
na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o
caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento.
Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas,
que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho,
da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos
sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a
realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?
Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre
o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.
(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de
Janeiro: Record, 2022, edição digital)
Sem prejuízo para o sentido e a correção gramatical, os elementos sublinhados na frase acima podem ser substituídos, respectivamente, por:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o
"foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás,
na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o
caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento.
Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas,
que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho,
da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos
sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a
realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?
Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre
o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.
(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de
Janeiro: Record, 2022, edição digital)
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Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o
"foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás,
na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o
caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento.
Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas,
que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho,
da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos
sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a
realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?
Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre
o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.
(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de
Janeiro: Record, 2022, edição digital)
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Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o
"foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás,
na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o
caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento.
Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas,
que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho,
da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos
sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a
realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?
Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre
o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.
(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de
Janeiro: Record, 2022, edição digital)
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Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o
"foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás,
na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o
caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento.
Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas,
que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho,
da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos
sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a
realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?
Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre
o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.
(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de
Janeiro: Record, 2022, edição digital)
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