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Para responder às questões de números 16 a 20, considere o texto abaixo.
House Approves Higher Debt Limit Without Condition
By JONATHAN WEISMAN and ASHLEY PARKER
Feb. 11, 2014
WASHINGTON − Ending three years of brinkmanship in which the threat of a devastating default on the nation’s debt was used to wring conservative concessions from President Obama, the House on Tuesday voted to raise the government’s borrowing limit until March 2015, without any conditions.
The vote − 221 to 201 − relied almost entirely on Democrats in the Republican-controlled House to carry the measure and represented the first debt ceiling increase since 2009 that was not attached to other legislation. Only 28 Republicans voted yes, and only two Democrats voted no.
Simply by holding the vote, Speaker John A. Boehner of Ohio effectively ended a three-year Tea Party-inspired era of budget showdowns that had raised the threat of default and government shutdowns, rattled economic confidence and brought serious scrutiny from other nations questioning Washington’s ability to govern. In the process, though, Mr. Boehner also set off a series of reprisals from fellow Republican congressmen and outside groups that showcased the party’s deep internal divisions.
During the October 2013 government shutdown, The Times’s David Leonhardt explained the debt limit and how a failure to raise it could have affected the economy both at home and abroad.
“He gave the president exactly what he wanted, which is exactly what the Republican Party said we did not want,” said a Republican representative, Tim Huelskamp of Kansas, who last year unsuccessfully tried to rally enough support to derail Mr. Boehner’s re-election as speaker. “It’s going to really demoralize the base.”
The vote was a victory for President Obama, Democrats and those Senate Republicans who have argued that spending money for previously incurred obligations was essential for the financial standing of the federal government. “Tonight’s vote is a positive step in moving away from the political brinkmanship that’s a needless drag on our economy,” Jay Carney, the White House press secretary, said in a statement.
“A clean debt ceiling is a complete capitulation on the speaker’s part and demonstrates that he has lost the ability to lead the House of Representatives, let alone his own party,” said Jenny Beth Martin, co-founder of the Tea Party Patriots. “It is time for him to go.”
Senator Harry Reid of Nevada, the majority leader, commended the speaker and promised to pass the bill as soon as possible. “We’re happy to see the House is legislating the way they should have legislated for a long time,” he said.
(Adapted from http://www.nytimes.com/2014/02/12/us/politics/boehner-to-bring-debt-ceiling-to-vote-without-policy-attachments.html?nl=todaysheadlines&emc=edit_th_2014021 2&_r=0)
Segundo o texto,
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
Uma frase comum no início de certo tipo de documento oficial está corretamente redigida em:
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O texto abaixo refere-se às questões de números 9 a 14.
Blogs e Colunistas
Sérgio Rodrigues
Sobre palavras
Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente
02/02/2012
Consultório
‘No aguardo’, isso está certo?
“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que
me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo
de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas
sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?
Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?
Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
Considerada a norma culta escrita, há correta substituição de estrutura nominal por pronome em:
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‘No aguardo’, isso está certo?
“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que
me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo
de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas
sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?
Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?
Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
Está correta a seguinte flexão para o plural:
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‘No aguardo’, isso está certo?
“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que
me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo
de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas
sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?
Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?
Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
Acerca da pontuação empregada, é correto o seguinte comentário:
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‘No aguardo’, isso está certo?
“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que
me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo
de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas
sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?
Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?
Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
Considere as seguintes afirmações.
I. Em Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente, há uma ambiguidade que é produtiva para o texto: em qualquer uma das interpretações, a frase caracteriza bem a coluna.
II. O uso de Consultório para nomear a coluna é incorreto, já que esse substantivo é usado para nomear certo espaço reservado aos profissionais da saúde.
III. O autor destaca a palavra existência para enfatizar que vai tratar da questão em perspectiva específica: a da presença ou ausência do substantivo em dicionários.
Está correto o que se afirma em
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“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que
me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo
de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas
sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?
Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?
Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
O autor
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“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que
me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo
de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas
sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?
Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?
Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
Considerados os textos do autor da coluna e do consulente, é correto dizer:
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Ou me engano, ou isto quis dizer que se lançam véus sobre certas notícias a pretexto de que, sujeitas a tantas e tão virulentas críticas, faz mal às pessoas.
Tomando como parâmetro a norma-padrão escrita, comentário adequado sobre o acima transcrito é: O período
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O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.
1 ____ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos
preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos
das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um
princípio estável, comum a todos os seres, que
5 explicasse a sua origem e as suas transformações.
Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses
primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram
uma tradição de estudo da Natureza, seguida e
aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,
10 Demócrito.
Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,
professores da juventude ateniense numa época de crise,
inspirados mais pelo interesse prático do que por uma
intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o
15 Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a
respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.
Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir
os adversários, com a habilidade de raciocínio que os
notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de
20 introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto
de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.
Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399
a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou
definir os valores morais, as profissões, o governo e o
25 comportamento social, para que esse ponto de vista se
insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,
que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,
certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou
o que a Pintura poderia representar.
30 ___ Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,
no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou
decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre
Arte e Realidade. Levando em conta o caráter
representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo
35 concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão
muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência
humana se destina a conhecer, como também que, em
comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a
atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que
40 produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,
Platão observa que a Poesia e a Música exercem
influência muito grande sobre os nossos estados de
ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o
comportamento moral dos homens.
(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia
da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)
Afirma-se com correção sobre o que se tem no parágrafo 4:
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