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O poder do consumidor
Esta coluna vem com uma semana de atraso, mas a importância do tema escusa a impontualidade. Vou falar do consumidor, cujo dia foi celebrado na quinta-feira passada, e do marketing. Trago em meu auxílio a psicologia evolutiva, mais especificamente o livro "Darwin Vai às Compras", de Geof-frey Miller, que acaba de ganhar uma edição brasileira.
A tese central da obra é que o ser humano consome não apenas para satisfazer suas necessidades básicas, mas também para exibir suas qualidades para o grupo, em especial para possíveis parceiros sexuais. Se eu uso um Rolex estupidamente caro, é porque tenho dinheiro o bastante para desperdiçá-lo com supérfluos, donde se depreende que sou rico, um sinal de minhas aptidões físicas ou intelectuais.
Esse pendor humano pelo consumo conspícuo alimenta o marketing, que, de acordo com Miller, está promovendo uma das mais importantes revoluções na história. Até as primeiras décadas do século 20, empresas fabricavam seus produtos e procuravam vendê-los. Faziam uma propagandazinha, no máximo. Mas, desde que o marketing se tornou uma força, as firmas passaram a dedicar grande parte de suas energias a tentar descobrir quais são os desejos de seus clientes e satisfazê-los.
É claro que nem tudo são flores na vida do consumidor. O marketing também encerra perigos. Ele nos impinge ilusões e nos leva a tomar decisões que podem ir contra nossos interesses. É falsa, por exemplo, a ideia de que o Rolex sinaliza nossas qualidades de maneira mais eficiente do que alguns minutos de conversa.
Essa mudança de foco da produção para o marketing, sustenta Miller, deslocou de forma inédita o poder de instituições para indivíduos. O paralelo é com a democracia. Ela, sem dúvida, fortalece o cidadão. Isso não significa, como já apontava Platão, que ele fará as escolhas certas. O poder, de todo modo, é pulverizado.
Hélio Schwartsman Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/32454- o-poder-do-consumidor.shtml
Em “Esse pendor humano pelo consumo conspícuo alimenta o marketing” (3º parágrafo), sobre a palavra destacada está CORRETO o que se afirma em:
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O poder do consumidor
Esta coluna vem com uma semana de atraso, mas a importância do tema escusa a impontualidade. Vou falar do consumidor, cujo dia foi celebrado na quinta-feira passada, e do marketing. Trago em meu auxílio a psicologia evolutiva, mais especificamente o livro "Darwin Vai às Compras", de Geof-frey Miller, que acaba de ganhar uma edição brasileira.
A tese central da obra é que o ser humano consome não apenas para satisfazer suas necessidades básicas, mas também para exibir suas qualidades para o grupo, em especial para possíveis parceiros sexuais. Se eu uso um Rolex estupidamente caro, é porque tenho dinheiro o bastante para desperdiçá-lo com supérfluos, donde se depreende que sou rico, um sinal de minhas aptidões físicas ou intelectuais.
Esse pendor humano pelo consumo conspícuo alimenta o marketing, que, de acordo com Miller, está promovendo uma das mais importantes revoluções na história. Até as primeiras décadas do século 20, empresas fabricavam seus produtos e procuravam vendê-los. Faziam uma propagandazinha, no máximo. Mas, desde que o marketing se tornou uma força, as firmas passaram a dedicar grande parte de suas energias a tentar descobrir quais são os desejos de seus clientes e satisfazê-los.
É claro que nem tudo são flores na vida do consumidor. O marketing também encerra perigos. Ele nos impinge ilusões e nos leva a tomar decisões que podem ir contra nossos interesses. É falsa, por exemplo, a ideia de que o Rolex sinaliza nossas qualidades de maneira mais eficiente do que alguns minutos de conversa.
Essa mudança de foco da produção para o marketing, sustenta Miller, deslocou de forma inédita o poder de instituições para indivíduos. O paralelo é com a democracia. Ela, sem dúvida, fortalece o cidadão. Isso não significa, como já apontava Platão, que ele fará as escolhas certas. O poder, de todo modo, é pulverizado.
Hélio Schwartsman Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/32454- o-poder-do-consumidor.shtml
De acordo com o texto só não se pode afirmar que:
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O poder do consumidor
Esta coluna vem com uma semana de atraso, mas a importância do tema escusa a impontualidade. Vou falar do consumidor, cujo dia foi celebrado na quinta-feira passada, e do marketing. Trago em meu auxílio a psicologia evolutiva, mais especificamente o livro "Darwin Vai às Compras", de Geof-frey Miller, que acaba de ganhar uma edição brasileira.
A tese central da obra é que o ser humano consome não apenas para satisfazer suas necessidades básicas, mas também para exibir suas qualidades para o grupo, em especial para possíveis parceiros sexuais. Se eu uso um Rolex estupidamente caro, é porque tenho dinheiro o bastante para desperdiçá-lo com supérfluos, donde se depreende que sou rico, um sinal de minhas aptidões físicas ou intelectuais.
Esse pendor humano pelo consumo conspícuo alimenta o marketing, que, de acordo com Miller, está promovendo uma das mais importantes revoluções na história. Até as primeiras décadas do século 20, empresas fabricavam seus produtos e procuravam vendê-los. Faziam uma propagandazinha, no máximo. Mas, desde que o marketing se tornou uma força, as firmas passaram a dedicar grande parte de suas energias a tentar descobrir quais são os desejos de seus clientes e satisfazê-los.
É claro que nem tudo são flores na vida do consumidor. O marketing também encerra perigos. Ele nos impinge ilusões e nos leva a tomar decisões que podem ir contra nossos interesses. É falsa, por exemplo, a ideia de que o Rolex sinaliza nossas qualidades de maneira mais eficiente do que alguns minutos de conversa.
Essa mudança de foco da produção para o marketing, sustenta Miller, deslocou de forma inédita o poder de instituições para indivíduos. O paralelo é com a democracia. Ela, sem dúvida, fortalece o cidadão. Isso não significa, como já apontava Platão, que ele fará as escolhas certas. O poder, de todo modo, é pulverizado.
Hélio Schwartsman Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/32454- o-poder-do-consumidor.shtml
No trecho “(...) vem com uma semana de atraso, mas a importância do tema escusa a impontualidade.” (1º parágrafo). O termo destacado pode ser substituído sem perda de sentido por:
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Acerca do processo cautelar, assinale a opção CORRETA:
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Assinale a alternativa INCORRETA.
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O Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) emprega as definições técnicas e científicas estabelecidas por órgãos e instituições internacionais dos quais o Brasil é membro signatário, em especial a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). São reconhecidas as seguintes estratégias de vacinação sistemática e obrigatória de bovinos e bubalinos:
I. Vacinação semestral de todos os animais, em etapas com duração de 30 dias.
II. Vacinação semestral de animais com até 24 (vinte e quatro) meses de idade e anual para animais com mais de 24 meses de idade, com realização ou não de etapa de reforço para animais com até 12 (doze) meses de idade, em etapas com duração de 30 (trinta) dias.
III. Vacinação anual de todos os animais, em etapas de 45 a 60 dias, em regiões onde as características geográficas possibilitam o manejo das explorações pecuárias apenas durante período limitado do ano.
IV. Vacinação a cada 5 anos, nos animais com até 24 meses de idade, e mensalmente nos animais com mais de 24 meses.
Estão CORRETAS:
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O Regulamento Técnico de Inspeção Industrial de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) define o entreposto de carnes e derivados como:
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De acordo com Constituição Federal, da repartição das receitas tributárias pertencem ao Estado:
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Segundo os artigos 29 e 30 da Lei Nº 9493/94 (LDB), a educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança pré-escolar, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. Observada a faixa etária correspondente, a educação infantil será oferecida em:
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O teste de risco de cárie determina:
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