Foram encontradas 60 questões.
A análise das políticas públicas apoia-se em diferentes modelos teóricos que expressam opções
metodológicas distintas. Dentre esses modelos teóricos, a teoria racionalista compreende que “a política
racional é aquela que produz ganho social máximo”. Duas premissas embasadas na teoria racionalista
de análise das políticas públicas são as seguintes:
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A diretriz constitucional que trata da descentralização envolve debates entre vertentes teóricas e
posicionamentos políticos conflitantes. Na dimensão político-institucional, importantes abordagens
teóricas destacam três vertentes da descentralização: horizontal, vertical e a que se situa na relação
Estado-sociedade. Para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a descentralização
vertical pode assumir diferentes formas:
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O planejamento é uma manifestação clara de propósitos e intenções sobre uma situação
historicamente dada (ponto de partida) e uma situação desejada (ponto de chegada). Em administração
e gestão pública há uma recorrente confusão quanto aos conceitos referentes a planejamento, plano,
programas e projetos. A inadequada apreensão destes conceitos resulta, inevitavelmente, no
comprometimento do resultado dos objetivos desejados. É correto conceituar programa como
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As abordagens teóricas que valorizam e defendem as virtudes da descentralização política
associam-na a duas importantes conquistas do mundo moderno:
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José, Maria e Pedro exercem as funções de médico(a), contador(a) e engenheiro(a) em um banco, não necessariamente nessa ordem. Nessa instituição eles têm diferentes tempos de serviço e cumprem diferentes jornadas diárias de trabalho.
A médica é a que cumpre a maior jornada diária de trabalho, mas não é a que tem mais tempo de serviço no banco, enquanto José é o que tem menos tempo de serviço na instituição e Pedro, que não é engenheiro, não cumpre a menor jornada diária de trabalho. Com base nessas premissas, é correto afirmar que entre os três,
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Certa quantia seria rateada igualmente por 4 pessoas, mas com a adesão de um quinto participante
a cota individual, relativamente à anterior, reduziu R$ 360,00. Para que o valor individual a ser pago por
cada colaborador fosse de R$ 600,00, seria necessário que a quantidade de pessoas participantes do
rateio fosse igual a
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Considere um lote de R$ 51.000.000,00 todo em cédulas de R$ 100,00. Se um quilograma
corresponde a 1.000 gramas e uma cédula de R$ 100,00 pesa 0,25 gramas, o peso, somente das
cédulas, desse lote estaria entre
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Suponha que um caixa automático de um banco disponibilize para saque uma quantidade suficiente
das cédulas da figura abaixo:

Uma retirada de R$ 1.000,00 será feita neste caixa, de modo que nela exista pelo menos uma cédula de cada valor. Se M é o maior e N o menor número de cédulas possíveis de haver nesse saque, então M + N é igual a

Uma retirada de R$ 1.000,00 será feita neste caixa, de modo que nela exista pelo menos uma cédula de cada valor. Se M é o maior e N o menor número de cédulas possíveis de haver nesse saque, então M + N é igual a
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Para obtenção do dígito verificador de contas correntes, um banco utiliza-se de um sistema conhecido como módulo 10. Tal dígito é obtido multiplicando-se os algarismos do número da conta, sucessivamente, por 2 (x 2) e por 1 (x 1), começando da direita para a esquerda, e, quando o produto passar de 10, deve-se considerar como resultado a soma de seus algarismos. Em seguida obtêm-se a soma de todos os resultados, divide-se por 10 e o dígito verificador será 10 menos o resto encontrado na divisão. Se a divisão for exata o dígito será zero.
O exemplo a seguir ilustra como calcular o dígito verificador de uma conta de número 351603, no módulo 10.
| Número da conta | 3 | 5 | 1 | 6 | 0 | 3 |
| (x 1) | (x 2) | (x 1) | (x 2) | (x 1) | (x 2) | |
| 3 | 10=1 | 1 | 12 = 3 | 0 | 6 |
Soma 3 + 1 + 1 + 3 + 0 + 6 = 14. Como 14:10 =1, restando 4, então o dígito verificador será 10 – 4 = 6 e o número desta conta, com o dígito verificador, passará a ser 351603-6.
Nesse sistema o dígito verificador da conta número 694718 será
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LASTRO E O SISTEMA BANCÁRIO
[...]
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia. Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara em um relatório do Bank of England de 2014.
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/2018
O enunciado em que duas ideias se opõem é
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