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O BIND (Berkeley Internet Name Domain) é o servidor DNS (Domain Name System) mais utilizado na Internet, especialmente em sistemas Unix ou Linux. Analisando o registro SOA abaixo,
@ IN SOA ns.empresa.com.br.
hostmaster.ns.empresa.com.br. (
360
14400
3600
3w
7200 )
de um servidor DNS implementado com BIND versão 9, conclui-se que
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”(a) ; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal(b), eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”(c). Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer(d); belos tempos(c).

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida(e). Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

Dos vários objetos de desejo apresentados no início do texto, dentre os pares abaixo, aquele que evidencia uma oposição é

 

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O padrão GSM de telefonia celular utiliza, como método de acesso, a(s) técnica(s)
 

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A felicidade dura pouco

Com alguém ao lado falando num celular, lendo os

e-mails, não se pode nem ao menos pensar.

É a solidão total

Há muitos, muitos anos, havia uma música de Zé Rodrix que nos emocionava. Os primeiros versos diziam “eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais”; e continuava dizendo coisas lindas, como “eu quero a esperança de óculos e um filho de cuca legal, eu quero plantar e colher com as mãos a pimenta e o sal”. Era com isso que sonhávamos, mesmo sem saber, ou era o que gostaríamos de querer; belos tempos.

Os anos passaram, e os sonhos, no lugar de se ampliarem, encolheram.

O que é que se quer hoje em dia? Menos, acredite, pois querer um celular novo que faz coisas que até Deus duvida é querer pouco da vida. Meu maior sonho é bem modesto.

Nada me daria mais felicidade do que um celular que não fizesse nada, além de receber e fazer ligações. Os gênios dessa indústria ainda não perceberam que existe um imenso nicho a ser explorado: o das pessoas que, apesar de conseguirem sobreviver no mundo da tecnologia, têm uma alma simples.

As duas mais dramáticas novidades trazidas pelo celular foram as odiosas maquininhas fotográficas e a impossibilidade de uma conversa a dois. Quando duas pessoas saem para jantar, é inevitável: um deles põe o celular − às vezes dois − em cima da mesa. O outro só tem uma solução: engolir, mesmo sem água, um tranquilizante tarja preta.

No meio de uma conversa palpitante, o telefone toca, e a pessoa faz um gesto de “é só um minuto”. Não é, claro. Vira um grande bate-papo, e não existe solidão maior do que estar ao lado de alguém que te larga − abandona, a bem dizer − para conversar com outra pessoa. No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos. Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails ou checando as mensagens, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total, pois nem se está só nem se está acompanhado. Tão trágico quanto, é estar falando com alguém que tem um telefone com duas linhas; no meio do maior papo, ele diz “aguenta aí que vou atender a outra linha” e frequentemente volta e diz “te ligo já” − e aí você não pode usar seu próprio telefone, já que ele vai ligar já (e às vezes não liga). Não dá.

Raros são os que atendem e dizem “estou com uma amiga, depois te ligo” − nem precisavam atender, já que o número de quem chama aparece no visor, e as pessoas têm todos eles de cor na cabeça, como eu não sei.

Eu juro que tentei, já troquei de celular três vezes, mas desisti. Recebia contas que não entendia, entrei, de idiota, num “plano”, e quase enlouqueci quando quis sair. Hoje tenho um que praticamente não uso, mas é pré-pago, e só umas quatro pessoas conhecem; ponho 20 reais de crédito, se não usar não vou à falência, mas pelo menos não recebo aquelas contas falando de torpedos e SMS, coisas que prefiro nem saber que existem. Ah, e meus telefones fixos são com fio.

Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga, não faço vistoria, não pago IPVA, nem seguro, e sou louca por um táxi. Até ontem me considerava uma mulher feliz, mas sempre soube que a felicidade dura pouco: hoje ganhei um iPod. Uma quase tragédia, eu diria.

LEÃO, Danuza in Folha de São Paulo. 7. mar. 2010.

A palavra destacada na frase “No meio de um deserto, inteiramente sós, estamos acompanhados por nossos pensamentos,” encontra-se usada com o mesmo sentido e no singular em

 

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O Comitê de Padronização de Redes Locais e Metropolitanas, IEEE 802, é subdividido em vários subcomitês. O IEEE 802.1 define o padrão da interface entre as camadas superiores e o IEEE 802.3, o padrão CSMA/CD Ethernet de método de acesso ao meio. Para estabelecer a padronização das VLANS (Virtual Local Area Network), o IEEE criou o grupo de trabalho
 

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No método tradicional de utilização do Gigabit Ethernet, é possível a detecção de colisão para redes com comprimento máximo de 25 metros. Para possibilitar uma rede mais extensa, pode-se aumentar o comprimento mínimo do frame utilizando-se o conceito carrier extension (extensão de portadora). Com o emprego desse conceito para possibilitar redes com comprimento de 200 metros, o que permite uma distância de 100 metros entre um hub e uma estação, o comprimento mínimo de um frame, em bytes, deve ser de
 

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Na transmissão de uma sequência binária, a largura de faixa ocupada por um sinal digital depende
 

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Enunciado 200029-1
Os sinais mostrados nas figuras (a) e (b) acima têm intervalo de sinalização de T segundos e são usados para a transmissão de sequências binárias. Com base nos gráficos, quando comparado ao sinal da Figura (a), a vantagem apresentada pelo sinal da Figura (b) é
 

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O A2A® é um equipamento microprocessado, projetado e produzido de forma robusta, de modo a possibilitar a sua aplicação, tanto para uso industrial como para uso comercial. Nas aplicações industriais, o A2A® possibilita a interligação de qualquer sistema supervisório a qualquer CLP, independente do protocolo de comunicação utilizado, bastando, para isso, que os equipamentos possuam protocolos de comunicação compatíveis e conexão serial RS-232, RS-422 ou RS-485.
Enunciado 198583-1
A figura acima ilustra uma topologia que permite que um programa (Mestre), em execução no computador Host (Servidor de comunicação), comunique-se com um A2A®, através de uma conexão TCP/IP onde o driver de comunicação é o socket cliente. Essa configuração é ideal para sistemas supervisórios (SCADA) e outros sistemas que utilizem comunicação TCP/IP via sockets para comunicação com seus equipamentos alvo. Essa topologia é direcionada ao atendimento da seguinte situação em que Mestre e Servidor de comunicação estão
 

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Imagine uma situação de interconexão em redes, na qual pacotes IP, trocados entre o computador A e o computador B, atravessam redes com MTU (Maximum Transfer Unit) que variam ao longo do percurso, conforme mostra o diagrama abaixo.
Enunciado 184146-1
Se o computador A envia um datagrama IP de 1500 bytes (cabeçalho IP com 20 bytes e 1480 bytes de dados) para o computador B, o Roteador 1 fragmentará o datagrama em dois fragmentos, pois a MTU entre o roteador 1 e o roteador 2 é de 1000 bytes. Nessa situação, quantos bytes de dados, referentes ao datagrama IP original, serão carregados no segundo fragmento?
 

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