Magna Concursos

Foram encontradas 130 questões.

3295619 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A lição do jardineiro

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.

"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Embora sabendo da excelência do meu trabalho, fiz isso apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?

E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?

Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?

Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?

E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

É preciso compreender que é necessária a compreensão para com os outros.

O amor floresce nos pequenos detalhes, a felicidade também. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.

A gentileza, e a simpatia, e o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

Narrativa popular - Fonte: http://www.reflexao.com.br/imprimir.php?id=231 - Adaptado

No trecho "EMBORA sabendo da excelência do meu trabalho, fiz isso apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo" a palavra em destaque tem sentido de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295618 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A lição do jardineiro

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.

"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Embora sabendo da excelência do meu trabalho, fiz isso apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?

E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?

Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?

Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?

E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

É preciso compreender que é necessária a compreensão para com os outros.

O amor floresce nos pequenos detalhes, a felicidade também. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.

A gentileza, e a simpatia, e o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

Narrativa popular - Fonte: http://www.reflexao.com.br/imprimir.php?id=231 - Adaptado

Assinale a alternativa que apresenta o mesmo sentido para a frase "Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos"?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295617 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A lição do jardineiro

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.

"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Embora sabendo da excelência do meu trabalho, fiz isso apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?

E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?

Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?

Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?

E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

É preciso compreender que é necessária a compreensão para com os outros.

O amor floresce nos pequenos detalhes, a felicidade também. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.

A gentileza, e a simpatia, e o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

Narrativa popular - Fonte: http://www.reflexao.com.br/imprimir.php?id=231 - Adaptado

A vírgula é um sinal de pontuação muito usado na escrita, sendo responsável por indicar pequenas pausas e por separar e conectar alguns termos no enunciado.
A vírgula utilizada em ""Meu rapaz, você perdeu um cliente" é justificada pela inclusão de um vocativo, ou seja, um chamamento ou invocação.
Assinale a alternativa cuja afirmação esteja INCORRETA quando ao uso da vírgula:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295616 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A lição do jardineiro

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.

"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Embora sabendo da excelência do meu trabalho, fiz isso apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?

E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?

Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?

Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?

E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

É preciso compreender que é necessária a compreensão para com os outros.

O amor floresce nos pequenos detalhes, a felicidade também. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.

A gentileza, e a simpatia, e o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

Narrativa popular - Fonte: http://www.reflexao.com.br/imprimir.php?id=231 - Adaptado

A frase "É preciso compreender que é necessária a compreensão para com os outros" foi observada a regra de concordância nominal que estabelece que quando houver a presença do artigo definido feminino no singular (a), o correto é usarmos é necessária, pois o artigo realiza a tarefa de determinação do termo, fazendo com que a concordância da expressão seja no feminino.

No que se refere à regra de concordância nominal, analise as afirmações que seguem:

I.Se na oração houver mais de um substantivo e se eles estiverem no singular e forem do mesmo gênero, o adjetivo, exercendo função de adjunto adnominal, poderá ficar no singular ou irá para o plural.
II.Quando os substantivos estiverem no singular e pertencerem a diferentes gêneros, o adjetivo deverá concordar com o mais próximo ou ir para o masculino plural.
III.Quando os substantivos estiverem no plural e forem de gêneros diferentes, o adjetivo, quando desempenhar o papel de adjunto adnominal, deverá concordar com o mais próximo ou ir para o masculino plural.
IV.Quando os substantivos pertencerem a gênero e número diferentes, o adjetivo, exercendo o papel de adjunto adnominal, deverá concordar com o mais próximo ou ir para o masculino plural.

Está CORRETO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295615 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A lição do jardineiro

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.

O garoto ligou para uma mulher e perguntou: "A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta.

"Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

O garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: "Meu rapaz, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido. "Eu sou o jardineiro dela. Embora sabendo da excelência do meu trabalho, fiz isso apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?

E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?

Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?

Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?

E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?

É preciso compreender que é necessária a compreensão para com os outros.

O amor floresce nos pequenos detalhes, a felicidade também. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.

A gentileza, e a simpatia, e o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.

Narrativa popular - Fonte: http://www.reflexao.com.br/imprimir.php?id=231 - Adaptado

Identifique a figura de linguagem presente na seguinte frase: "O amor floresce nos pequenos detalhes, a felicidade também".
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295614 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:
No trecho "E o homem responde QUE AINDA FALTAVA MUITO" a oração "QUE AINDA FALTAVA MUITO" é classificada como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295613 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Ser Humano Frente as Crises
Muitos devem conhecer um pequeno conto sobre um pai e filho que viajavam de trem, em um percurso que duraria aproximadamente uma hora.
O pai se acomoda no assento, dispondo a ler uma revista para se distrair e a criança o interrompe perguntando-lhe:
− O que é isso, papai?
O homem se volta para ver o que o filho assinalava pela janela e responde:
− É uma granja, meu filho.
Ao retomar sua leitura, outra vez lhe pergunta a criança:
− Já vamos chegar?
E o homem responde que ainda faltava muito.
Retorna a sua leitura. Mal havia lido o primeiro parágrafo de sua revista quando o pequeno lhe faz outra pergunta e, após esta, outras mais.
O pai, já exasperado, buscando uma solução para distrair o filho, encontra em uma página da revista o mapa do mundo. Corta-o em pedacinhos e repassa a criança, dizendo-lhe que se tratava de um quebra-cabeça e que ele o montasse.
Feliz, o pai se acomoda em seu assento, seguro de que a criança estaria entretida durante todo o trajeto.
Entretanto, mal recomeçara a ler sua revista, quando a criança exclama:
− Já terminei!
− Impossível! Não posso acreditar! Tão rápido?
Diante dele estava o mapa do mundo, perfeito.
Então, pergunta:
− Como você conseguiu montar o mundo tão rápido?
O filho responde:
− Eu não me fixei no mundo: atrás da folha estava a figura de um homem. Compus o homem e o mundo ficou consertado.
O homem ficou sem palavras, a criança não.
Às vezes é preciso prestar atenção nas crianças pois ela nos ensina profundas lições.
Fonte: https://www.acropole.org.br/reflexoes-filosoficas/o-ser-humano-frente-a s-crises/?gclid=EAIaIQobChMIuc2o7ZSIhAMV_TetBh0xrQtLEAAYASA AEgIhJ_D_BwE
Na frase "ENTRETANTO, mal recomeçara a ler sua revista, quando a criança exclama..." a palavra em destaque só NÃO pode ser substituída por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295612 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Ser Humano Frente as Crises
Muitos devem conhecer um pequeno conto sobre um pai e filho que viajavam de trem, em um percurso que duraria aproximadamente uma hora.
O pai se acomoda no assento, dispondo a ler uma revista para se distrair e a criança o interrompe perguntando-lhe:
− O que é isso, papai?
O homem se volta para ver o que o filho assinalava pela janela e responde:
− É uma granja, meu filho.
Ao retomar sua leitura, outra vez lhe pergunta a criança:
− Já vamos chegar?
E o homem responde que ainda faltava muito.
Retorna a sua leitura. Mal havia lido o primeiro parágrafo de sua revista quando o pequeno lhe faz outra pergunta e, após esta, outras mais.
O pai, já exasperado, buscando uma solução para distrair o filho, encontra em uma página da revista o mapa do mundo. Corta-o em pedacinhos e repassa a criança, dizendo-lhe que se tratava de um quebra-cabeça e que ele o montasse.
Feliz, o pai se acomoda em seu assento, seguro de que a criança estaria entretida durante todo o trajeto.
Entretanto, mal recomeçara a ler sua revista, quando a criança exclama:
− Já terminei!
− Impossível! Não posso acreditar! Tão rápido?
Diante dele estava o mapa do mundo, perfeito.
Então, pergunta:
− Como você conseguiu montar o mundo tão rápido?
O filho responde:
− Eu não me fixei no mundo: atrás da folha estava a figura de um homem. Compus o homem e o mundo ficou consertado.
O homem ficou sem palavras, a criança não.
Às vezes é preciso prestar atenção nas crianças pois ela nos ensina profundas lições.
Fonte: https://www.acropole.org.br/reflexoes-filosoficas/o-ser-humano-frente-a s-crises/?gclid=EAIaIQobChMIuc2o7ZSIhAMV_TetBh0xrQtLEAAYASA AEgIhJ_D_BwE
Sobre a regência do verbo "dizer" em ". Corta-o em pedacinhos e repassa a criança, DIZENDO-lhe que se tratava de um quebra-cabeça e que ele o montasse", assinale a afirmativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295611 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Ser Humano Frente as Crises
Muitos devem conhecer um pequeno conto sobre um pai e filho que viajavam de trem, em um percurso que duraria aproximadamente uma hora.
O pai se acomoda no assento, dispondo a ler uma revista para se distrair e a criança o interrompe perguntando-lhe:
− O que é isso, papai?
O homem se volta para ver o que o filho assinalava pela janela e responde:
− É uma granja, meu filho.
Ao retomar sua leitura, outra vez lhe pergunta a criança:
− Já vamos chegar?
E o homem responde que ainda faltava muito.
Retorna a sua leitura. Mal havia lido o primeiro parágrafo de sua revista quando o pequeno lhe faz outra pergunta e, após esta, outras mais.
O pai, já exasperado, buscando uma solução para distrair o filho, encontra em uma página da revista o mapa do mundo. Corta-o em pedacinhos e repassa a criança, dizendo-lhe que se tratava de um quebra-cabeça e que ele o montasse.
Feliz, o pai se acomoda em seu assento, seguro de que a criança estaria entretida durante todo o trajeto.
Entretanto, mal recomeçara a ler sua revista, quando a criança exclama:
− Já terminei!
− Impossível! Não posso acreditar! Tão rápido?
Diante dele estava o mapa do mundo, perfeito.
Então, pergunta:
− Como você conseguiu montar o mundo tão rápido?
O filho responde:
− Eu não me fixei no mundo: atrás da folha estava a figura de um homem. Compus o homem e o mundo ficou consertado.
O homem ficou sem palavras, a criança não.
Às vezes é preciso prestar atenção nas crianças pois ela nos ensina profundas lições.
Fonte: https://www.acropole.org.br/reflexoes-filosoficas/o-ser-humano-frente-a s-crises/?gclid=EAIaIQobChMIuc2o7ZSIhAMV_TetBh0xrQtLEAAYASA AEgIhJ_D_BwE
Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o emprego da crase no período: "Às vezes é preciso prestar atenção nas crianças pois ela nos ensina profundas lições".
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3295610 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Abaré-eté
Orgão: Câm. Apuí-AM
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Ser Humano Frente as Crises
Muitos devem conhecer um pequeno conto sobre um pai e filho que viajavam de trem, em um percurso que duraria aproximadamente uma hora.
O pai se acomoda no assento, dispondo a ler uma revista para se distrair e a criança o interrompe perguntando-lhe:
− O que é isso, papai?
O homem se volta para ver o que o filho assinalava pela janela e responde:
− É uma granja, meu filho.
Ao retomar sua leitura, outra vez lhe pergunta a criança:
− Já vamos chegar?
E o homem responde que ainda faltava muito.
Retorna a sua leitura. Mal havia lido o primeiro parágrafo de sua revista quando o pequeno lhe faz outra pergunta e, após esta, outras mais.
O pai, já exasperado, buscando uma solução para distrair o filho, encontra em uma página da revista o mapa do mundo. Corta-o em pedacinhos e repassa a criança, dizendo-lhe que se tratava de um quebra-cabeça e que ele o montasse.
Feliz, o pai se acomoda em seu assento, seguro de que a criança estaria entretida durante todo o trajeto.
Entretanto, mal recomeçara a ler sua revista, quando a criança exclama:
− Já terminei!
− Impossível! Não posso acreditar! Tão rápido?
Diante dele estava o mapa do mundo, perfeito.
Então, pergunta:
− Como você conseguiu montar o mundo tão rápido?
O filho responde:
− Eu não me fixei no mundo: atrás da folha estava a figura de um homem. Compus o homem e o mundo ficou consertado.
O homem ficou sem palavras, a criança não.
Às vezes é preciso prestar atenção nas crianças pois ela nos ensina profundas lições.
Fonte: https://www.acropole.org.br/reflexoes-filosoficas/o-ser-humano-frente-a s-crises/?gclid=EAIaIQobChMIuc2o7ZSIhAMV_TetBh0xrQtLEAAYASA AEgIhJ_D_BwE
Considere o período reproduzido abaixo.
O pai, já exasperado, buscando uma solução para distrair o filho, encontra em uma página da revista o mapa do mundo.
A palavra "exasperado" mantém relação de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas