Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2257956 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere o período a seguir, retirado do texto: “Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder”.

Analise o que se afirma a respeito desse trecho:

I. O trecho possui uma oração subordinada adjetiva.

II. Há uma oração causal no período.

III. O período é composto por 5 orações.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257955 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o acordo ortográfico vigente, a palavra “autoavaliação” deve ser grafada sem hífen.

Assinale a alternativa na qual a palavra tenha sido INCORRETAMENTE grafada sem hífen.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257954 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Na linha, a expressão “Além de” é empregada com o objetivo de adicionar ideias ao que foi exposto no parágrafo anterior.

( ) Na linha, o pronome demonstrativo “isso” antecipa uma ideia a ser expressa na linha seguinte.

( ) Na linha, a palavra “o” é pronome demonstrativo e poderia ser substituída por “aquilo” sem prejuízo da correção do período.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257953 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo “divergências” sob pena de alteração do sentido original do texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257952 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257951 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.(I)

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.(II)

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.(III)

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a construção da argumentação no texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto emprega, no parágrafo, a estratégia da enumeração, apresentando dados de pesquisa para ilustrar a percepção de líderes e gestores.

II. No parágrafo, o texto traz a opinião de um especialista no assunto a fim de contradizer o argumento central do texto.

III. No parágrafo, a autora do texto traz uma experiência pessoal sua para ilustrar a situação apresentada.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257950 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Chefes e funcionários divergem sobre o perfil de liderança dos gestores

Por Juliana Américo

Mais do que lucros, é a liderança que define o sucesso de uma empresa. Líderes autoritários, modeladores e que evitam conflitos são os mais comuns dentro das empresas brasileiras, segundo um levantamento de uma consultoria de gestão. E os dados ainda mostram inconsistência na forma como gestores e equipe enxergam o estilo de liderança.

Enquanto 18,1% dos líderes se classificam como autoritários, 31,6% dos empregados entendem que o líder é uma pessoa autoritária, que não gosta de ser confrontada e normalmente ameaça os funcionários com punições ou perda de emprego. Além disso, 35,1% dos gestores se enxergam como um líder coach, ou seja, alguém capaz de identificar necessidades e talentos na equipe e orientar o desenvolvimento dos colaboradores – no entanto, somente 19,9% dos empregados concordam com isso.

“Existe essa discrepância entre a autoavaliação e a heteroavaliação porque a intenção que o gestor deseja passar aos colaboradores não é percebida por eles no comportamento do líder.

Os gestores precisam analisar com mais frequência seus respectivos comportamentos e se questionar mais sobre qual a mensagem que estão passando”, explica a sócia e consultora da empresa de consultoria.

Além do estilo de liderança, as práticas de gestão também sofrem algumas divergências.

Enquanto 86,37% dos gestores afirmam saber reconhecer e recompensar o desempenho da equipe, somente 37,7% dos funcionários concordam com isso. Já 68,6% alegam conduzir a equipe de forma eficaz, enquanto 45,7% das pessoas reconhecem isso.

Quando o assunto é avaliação de desempenho, 67,1% dos líderes acham que fazem isso bem, contra 48,1% dos colaboradores. No caso de desenvolvimento de equipe, 67,6% dos gestores acreditam saber fazer, enquanto 43,7% dos funcionários concordam.

Por fim, 64,9% da liderança afirma saber obter o compromisso da equipe, contra 44,5% do time.

Segundo a consultora, o segredo para evitar diferenças nas percepções de líderes e liderados é a comunicação e transparência. “Um ambiente transparente de troca de informações e troca legítima de feedback é importante. O gestor que assume a corresponsabilidade sobre o desenvolvimento de seus colaboradores gera um melhor ambiente para se trabalhar, forte engajamento e ajuda seus funcionários a entenderem suas competências e como elas contribuem para o atingimento dos objetivos da organização”.

Além de oferecer feedback e reconhecimento constantemente, que faz com que a avaliação de desempenho seja vista como justa para os membros do time, o líder precisa se preocupar com o seu autoconhecimento. “Para isto, além de autoanálise é necessária uma boa dose de coragem para iniciar o processo de mudança, pois, perguntar às pessoas o que elas pensam sobre você e ouvir o que não imaginava pode ser difícil para alguns”, afirma Roberta.

Uma comunicação problemática gera prejuízos milionários para as companhias e aumenta o estresse dos profissionais.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Os lideres autoritários sabem se reconhecer como tal.

II. Sugere-se que os gestores sempre revisem a forma como sua mensagem é percebida.

III. A prática do feedback é vista como uma ferramenta para conferir justiça ao processo de avaliação do desempenho do funcionário.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257981 Ano: 2021
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Analise o texto abaixo, extraído e adaptado da Resolução nº 002/2004 da Câmara Municipal de Bagé, que instituiu o Regimento Interno da referida Câmara:

“Art. 25º. As Comissões Permanentes serão constituídas de 05 (cinco) Vereadores, cada uma, respeitada, tanto quanto possível, a proporcionalidade dos partidos com assento na Casa.

§ 1º As Comissões Permanentes são:

I. Constituição e Justiça e Redação Final.

II. Orçamento, Finanças e Contas.

III. Educação, Cultura e Direitos Humanos.

IV. Saúde, Meio Ambiente e Assistência Social.

(...)

§ 2º Os integrantes das Comissões Permanentes serão indicados na mesma sessão em que ocorrer a eleição da Mesa Diretora.”

Com base no Manual de Redação da Presidência da República (2018), em relação à digitação qualitativa do trecho do Regimento Interno da Câmara Municipal de Bagé acima transcrito, analise as seguintes assertivas:

I. Na numeração do artigo, foi adotada a numeração ordinal corretamente (Art. 25º).

II. Na grafia dos parágrafos, foi empregado o símbolo gráfico correto (§), seguido da numeração ordinal para o 1º e 2º parágrafos.

III. Na numeração dos incisos, foram empregados corretamente os algarismos romanos escritos em letras maiúsculas seguidos de travessão ou meia-risca.

Quais estão corretas?

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257970 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Nas quadras de basquete, existe um círculo em seu centro, cuja área é de 50,24 m², sendo que a metade fica para cada lado da quadra, ou seja, cada time tem seu semicírculo.

O comprimento desse semicírculo, em metros, é de: (utilizar !$ \pi !$ = 3,14).

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2257966 Ano: 2021
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS
Provas:

Lei Municipal nº 4.460/2007, que dispõe sobre a concessão de Gratificação por regime especial de tempo integral, determina que o servidor público do Município de Bagé nomeado sob regime de cargo em comissão, quando convocado para prestar regime especial de tempo integral, perceberá gratificação cujo valor será equivalente a por cento do CC a que pertencer.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas