Foram encontradas 196 questões.
Para determinar a altura (h) de uma antena receptora de celular, o estudante Pedro aplicou o que aprendeu em geometria. No momento em que os raios solares faziam no chão faziam no chão uma sombra da antena, Pedro colocou uma vara perpendicular ao chão, de forma que as extremidades das sombras da vara e da antena coincidem. A vara, com 1.80 m de altura, estava a 18 m de distância da antena, como mostra a figura.
(Figura fora de escala.)
A altura (h) da antena, em metros, é
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Sabendo que um usuário do programa Microsoft Excel 2003, em sua configuração padrão, digitou a expressão = SOMA (A1:B2) na célula B3 da planilha mostrada na figura a seguir, assinale a alternativa que contém o valor obtido nessa célula.

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Baseando-se na tela do Windows Explorer do Windows XP, em sua configuração original, assinale a alternativa correta sobre organização e gerenciamento de arquivos, pastas e programas.

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Baseando-se na figura, assinale a alternativa correta sobre transferência de arquivos utilizando-se o Internet Explorer.

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A figura é composta de triângulos retângulos isósceles, todos congruentes.
O menor quadrado que possa ser formado pela união de quatro desses triângulos terá uma área, em centímetros quadrados, de
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O processo legislativo previsto na Constituição Federal compreende a elaboração de
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Um usuário do programa Microsoft Excel 2003, em sua configuração padrão, pretende corrigir o conteúdo de uma célula sem ter que reescrever todos os caracteres já digitados. Para realizar essa tarefa, ele deverá, previamente,
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Numa oficina, na falta do coletor de óleo usado de motores de veículos, um funcionário improvisou um coletor na forma da paralelepípedo reto- retangular, como mostra a figura.
Considerar, se necessário; 1 L = 1000 cm3.

(Figura fora de escala.)
Uma frota de caminhões chegou à oficina para a troca de 12 litros de óleo de cada um de seus motores. Se esse coletor estava vazio, então ele estará cheio após a troca de óleo de um total de caminhões igual a
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Desde o tempo em que andava de patinete (mas não me lembro de ter andado de patinete.), ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Que o trânsito só vai ter solução quando as pessoas deixarem o carro em casa. Depois de crescido, tornei-me um daqueles que não vão a pé nem para comprar pão na padaria da esquina (mas não costume ir à padaria.) Percebi logo a vantagem imensa de andar de carro, mesmo num congestionamento: é a sensação de privacidade, de proteção, o que mais me prende ao uso do automóvel. " Nunca saí de casa sem ter levado porrada", disse o escritor Pedro Nava, num momento de amargura. Embora isso também aconteça com quem dirija, há um pouco mais de segurança dentro de nossa armadura individual, feita de ferro e borracha sobre rodas. Gosto mais do carro do que outros meios de transporte.
Antigamente, o status social se media pelo comprimento dos automóveis: limusines, "Galaxies", rabos de peixe. Hoje, talvez com mais coerência, o status se mede pela altura. Pajeros, Land Rovers e coisas parecidas circulam pelo asfalto das cidades, como se desbravassem amazônias já desmatadas. Alguém, que não consigo ver, me ignora do alto da cabine. E me impede de ver, também, se o sinal lá na frente mudou de cor, se há algum carro enguiçado na esquina.
Tanques, caminhões ou carros blindados, não importa: há como que uma ruralização, que também é uma militarização visual da nossa vida urbana. Os carros já tinham prioridade sobre o pedestre. De uns tempos para cá, o cenário das cidades vai deixando de ter até aparência civil. Para diferenciar-se do motoqueiro plebeu, os pilotos de Harley Davidson e outras máquinas usam capacetes da Segunda Guerra, Jovens, mesmo os mais pacíficos, aderiram aos coturnos e se cobrem com rebites de metal. São os manobristas e os seguranças quem mais parecem seguir o figurino clássico (paletó e gravata.) do cidadão "de bem". Esqueci-me dos políticos, mas vá lá. Muitos burgueses- no velho sentido de "habitantes do burgo" - vestem-se hoje como lenhadores ou sitiantes.
Leio agora que a prefeitura pretende proibir o estacionamento na maior parte das ruas do chamado "centro expandido". Aprovo a medida, como um fumante que torcesse pela proibição do cigarro nos restaurantes. Sou viciado em andar de carro e sei do pequeno efeito das campanhas de cidadania sobre mim. Convenci-me de que o mero estímulo ao transporte coletivo (mesmo se fosse facílimo e de boa qualidade.) não mudaria a atitude das pessoas como eu. Não é que o transporte público deva melhorar apenas. A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem. Eis, aliás, um fenômeno que comprova as velhas leis da oferta e da procura, assim como a crença liberal na "mão invisível do mercado": conheço pessoas que já desistiram de ter carro em São Paulo. Adaptam a vida a uma área menor da cidade, andam a pé, pedem caronas aprendem o trajeto de um ônibus e o caminho das melhores calçadas. Num passe de mágica, o inferno do trânsito deixou de lhes dizer grande respeito. Invejo-os, como um drogado que admira os recuperados do seu vício.
Tenho esperança na proibição do estacionamento nas ruas de São Paulo - mais justa, aliás, que a ideia do pedágio urbano. Não porque vá melhorar o trânsito, mas porque tornará mais cara e difícil a vida do motorista. Também torço pela derrubada do minhocão. Quem sabe um trenzinho silencioso, entre canteiros verdes, recompensasse com beleza a vida dos que moram com o nariz naquele elevado? A medida pioraria o trânsito? Bem provável que sim. Mas talvez o trânsito deva mesmo ser piorado. Quem sabe é dose que me fala para abandonar o vício.
( Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 26.05.2010. Adaptado)
Leia o trecho a seguir para responder à questão.
A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem.
No trecho, os termos para que podem ser substituídos, sem alteração de sentido na oração, por
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Uma lanchonete disponibiliza aos seus clientes 6 tipos de lanches quentes, 3 tipos de lanches frios, 7 tipos de sucos naturais e 4 tipos de sobremesas, todos de tipos diferentes. Se um jovem quiser pedir um lanche quente, um lanche frio, um copo de suco e uma sobremesa, então a quantidade de opções diferentes com que ele poderia fazer o seu pedido seria de
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