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Foram encontradas 196 questões.

1614816 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
A figura seguir apresenta um fragmento da tela do programa Microsoft Word 2003, em sua configuração padrão, que está sendo utilizado para edição do texto mostrado.
Enunciado 1614816-1
Assinale a alternativa que contém os nomes dos efeitos de formatação que foram aplicados, correta e respectivamente, às palavras "terra", "gorjeiam" e "bosques".
 

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1614143 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Conforme a Constituição Federal, o servidor público da Administração direta, autárquica e fundacional, investido no mandato de Prefeito,

 

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1612229 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Para que o determinante da matriz
!$ B = { \begin {bmatrix} x \,\,4\\8\,\,2x \end{bmatrix}} !$ seja nulo,
o valor de x deve ser
 

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1611834 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
No programa Microsoft Windows XP, em sua configuração padrão, à área situada na parte inferior da tela onde estão localizados ícones para a chamada de programas aplicativos é dado o nome de
 

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1611417 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Assinale a alternativa que completa a lacuna da afirmação sobre navegadores da Internet.
Os softwares navegadores interpretam o código__________ gerando uma resposta gráfica.
 

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1611361 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Desde o tempo em que andava de patinete (mas não me lembro de ter andado de patinete.), ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Que o trânsito só vai ter solução quando as pessoas deixarem o carro em casa. Depois de crescido, tornei-me um daqueles que não vão a pé nem para comprar pão na padaria da esquina (mas não costume ir à padaria.) Percebi logo a vantagem imensa de andar de carro, mesmo num congestionamento: é a sensação de privacidade, de proteção, o que mais me prende ao uso do automóvel. " Nunca saí de casa sem ter levado porrada", disse o escritor Pedro Nava, num momento de amargura. Embora isso também aconteça com quem dirija, há um pouco mais de segurança dentro de nossa armadura individual, feita de ferro e borracha sobre rodas. Gosto mais do carro do que outros meios de transporte.
Antigamente, o status social se media pelo comprimento dos automóveis: limusines, "Galaxies", rabos de peixe. Hoje, talvez com mais coerência, o status se mede pela altura. Pajeros, Land Rovers e coisas parecidas circulam pelo asfalto das cidades, como se desbravassem amazônias já desmatadas. Alguém, que não consigo ver, me ignora do alto da cabine. E me impede de ver, também, se o sinal lá na frente mudou de cor, se há algum carro enguiçado na esquina.
Tanques, caminhões ou carros blindados, não importa: há como que uma ruralização, que também é uma militarização visual da nossa vida urbana. Os carros já tinham prioridade sobre o pedestre. De uns tempos para cá, o cenário das cidades vai deixando de ter até aparência civil. Para diferenciar-se do motoqueiro plebeu, os pilotos de Harley Davidson e outras máquinas usam capacetes da Segunda Guerra, Jovens, mesmo os mais pacíficos, aderiram aos coturnos e se cobrem com rebites de metal. São os manobristas e os seguranças quem mais parecem seguir o figurino clássico (paletó e gravata.) do cidadão "de bem". Esqueci-me dos políticos, mas vá lá. Muitos burgueses- no velho sentido de "habitantes do burgo" - vestem-se hoje como lenhadores ou sitiantes.
Leio agora que a prefeitura pretende proibir o estacionamento na maior parte das ruas do chamado "centro expandido". Aprovo a medida, como um fumante que torcesse pela proibição do cigarro nos restaurantes. Sou viciado em andar de carro e sei do pequeno efeito das campanhas de cidadania sobre mim. Convenci-me de que o mero estímulo ao transporte coletivo (mesmo se fosse facílimo e de boa qualidade.) não mudaria a atitude das pessoas como eu. Não é que o transporte público deva melhorar apenas. A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem. Eis, aliás, um fenômeno que comprova as velhas leis da oferta e da procura, assim como a crença liberal na "mão invisível do mercado": conheço pessoas que já desistiram de ter carro em São Paulo. Adaptam a vida a uma área menor da cidade, andam a pé, pedem caronas aprendem o trajeto de um ônibus e o caminho das melhores calçadas. Num passe de mágica, o inferno do trânsito deixou de lhes dizer grande respeito. Invejo-os, como um drogado que admira os recuperados do seu vício.
Tenho esperança na proibição do estacionamento nas ruas de São Paulo - mais justa, aliás, que a ideia do pedágio urbano. Não porque vá melhorar o trânsito, mas porque tornará mais cara e difícil a vida do motorista. Também torço pela derrubada do minhocão. Quem sabe um trenzinho silencioso, entre canteiros verdes, recompensasse com beleza a vida dos que moram com o nariz naquele elevado? A medida pioraria o trânsito? Bem provável que sim. Mas talvez o trânsito deva mesmo ser piorado. Quem sabe é dose que me fala para abandonar o vício.
( Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 26.05.2010. Adaptado)
Assinale a frase em que o uso das aspas indica o início e o término de uma citação.
 

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1611136 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Observe a sequência de números inteiros e positivos, em que cada termo, a partir do terceiro, é igual à soma dos dois termos anteriores mais próximos.
....., 6, x, y, 22, ...,...,...,.....,.....
Se o segundo termo é 6, e o quinto é 22, então o décimo termo dessa sequência é
 

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1607011 Ano: 2010
Disciplina: Redação Oficial
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Conforme a Lei Complementar nº 101/09, do Município de Barretos, assinale a alternativa correta sobre a elaboração de projetos de lei por parte do Poder Executivo.
 

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1606887 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Assinale a alternativa em que todos os softwares são do tipo correio eletrônico.
 

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1606845 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Fora de Tom
Há pessoas incapazes de falar em tom civilizado. Já fiz uma longa viagem de ônibus durante a qual uma senhora conversava ao celular. Todos os passageiros foram informados de sua briga com a filha, da vizinha que deu em cima de seu marido e de outros detalhes de seu dia- a- dia. O celular virou uma praga, convenhamos. Tornou-se normal expor a intimidade em voz alta na frente de qualquer um. E no elevador? Dia desses, entre vinte andares, duas amigas atualizaram suas vidas e as alheias em bom som. Constrangidos, eu e os outros passageiros fingíamos não ouvir. Foi um alívio descer.
A certos bares as pessoas vão para se divertir, e não existe motivo para obrigá-las a diminuir o tom. Mas, quando se sai para comer fora, o ideal é ouvir apenas quem está a sua frente, jamais o cliente do outro lado do salão. Piores são as com crianças. Algumas, ainda pequenas, se tornam "donas" das famílias. Berram, exigem o que querem. Boa parte dos pais age como se todo o restaurante fosse obrigado a suportá-las. No máximo a mãe pede em voz tímida:
- Fica quietinho agora!
- Mas eu quero, eu quero! - grita a criança;
Um famoso ator viajou na ponte aérea. A seu lado veio uma jovem atriz, interessada em um papel no musical que ele ensaiava. Apresentou-se. Ele sorriu, por educação. Ela descreveu seus talentos. Ele continuou com o sorriso atarraxado. Animadíssima, ela quis demonstrar seus dotes musicais. E todos os passageiros voaram ao som da voz desafinadíssima, canção após canção. Adivinhem se conquistou o papel?
Há poucos meses, no cinema, dois adolescentes conversavam em voz alta sobre cada cena. Fiz "shhhhh". Eles são se importaram. Outras pessoas me imitaram: " Shhhhh". No fim, os pedidos de silêncio faziam mais ruído que as vozes. Um deles comentou:
- Ih, estão reclamando....
E continuou a falar!
Essas atitudes são um desrespeito à outra pessoa, a quem está no mesmo espaço que nós e tenta conversar, ler, ver um filme em paz. Cultivar o tom de voz é uma qualidade que muita gente esqueceu.
Fico feliz quando entro em uma avião, onde os celulares (ainda.) são proibidos. Já imaginaram uma viagem internacional como todos os passageiros falando ao mesmo tempo, um mais alto que o outro?
( Walcyr Carrasco, veja São Paulo, 07.10.2009. Adaptado
Em - Piores são as mesas com crianças. Algumas, ainda pequenas, se tornam "donas" das famílias. - pode-se afirmar que essas crianças são donas da família porque
 

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