Foram encontradas 40 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Amor borbulhante
O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
No trecho "Minha esposa tem essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos", o pronome demonstrativo "essa" está empregado corretamente porque:
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Amor borbulhante
O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
O episódio narrado no texto evidencia um aspecto marcante do relacionamento entre o narrador e sua esposa. Esse aspecto pode ser identificado como:
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Amor borbulhante
O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
No trecho "Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora: − Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele", o autor utiliza diferentes sinais de pontuação para estruturar a narrativa. Qual das alternativas abaixo melhor explica o uso desses sinais de pontuação?
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O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
Assinale a alternativa que apresenta um erro de concordância verbal.
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
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Amor borbulhante
O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
No trecho "No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida", a transitividade do verbo "deu" está corretamente classificada como verbo:
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O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
No trecho "No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida", a vírgula empregada após "No Natal do ano passado" indica:
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O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
No trecho "No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar", a palavra "que" pertence à classe gramatical de:
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O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
No trecho "É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante", a ocorrência do sinal indicativo de crase em "à dieta" justifica-se pela:
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Amor borbulhante
O humor salva o casamento, desde que venha com doçura.
Quem você ama tem esse poder de desarmar a sua raiva. Não resisto à candura, ao carinho imprevisto. Minha esposa têm essa habilidade ninja de converter as minhas reclamações em momentos românticos.
Vive me acalmando e me amaciando com os seus ataques de fofura.
Eu fico sem reação, ilhado no pedestal da cólera. Eu perco a vontade de brigar, de disparar uma discussão de relacionamento.
No Natal do ano passado, ela me deu um tênis de corrida. Fez toda uma propaganda de que ele era impermeável, não molhava, resistiria ao aguaceiro do verão em Belo Horizonte.
Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema.
Nos filmes, sempre compro um balde de pipoca, o maior que existir, metade doce e metade salgada. E dividimos. É nossa transgressão consentida à dieta, com aqueles copos gigantes de refrigerante.
Sou o responsável por carregar a bandeja. No momento de me sentar, pedi que ela segurasse um pouco para me ajeitar. Ela pegou tudo, desajeitada, equilibrando-se com a bolsa.
Eu me acomodei, ela inventou de me alcançar o balde de pipoca primeiro, esquecendo o contrapeso que ele exercia aos refrigerantes no canto da bandeja, que viraram em cima de mim.
Tomei um banho de duas Cocas. A camisa e a bermuda ficaram encharcadas. Pingava Coca-Cola da minha cabeça. Eu podia ser bebido de canudinho.
A vontade era xingá-la até seus ancestrais mais remotos. Se ela tinha culpa ou não, não importava. Eu queria um responsável por todo o grude em meu corpo.
Ela limpou as minhas sobrancelhas e disse com uma voz suave, tranquilizadora:
− Que bom! Já testamos o seu tênis. Ele é impermeável, percebeu? Não entrou refrigerante nele.
Eu tive que rir. Deixei o ar-condicionado me secar.
Foi um grande teste para o tênis e para o nosso amor.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opniao/fabricio-carpinejar/amor-borbulhant-1.3318258
No trecho "Realizei a sua estreia não numa academia, não numa esteira, não nas andanças pelo parque, mas no cinema", a palavra "estreia" está grafada corretamente de acordo com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Sobre a regra de acentuação gráfica aplicada a essa palavra, é correto afirmar que:
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O servidor público municipal de Bebedouro solicitou licença para tratar de interesses particulares. Segundo o Estatuto dos Servidores Municipais, a concessão dessa licença:
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