Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Cachoeira Sul-RS
Com fundamento no Estatuto e Regime Jurídico dos Servidores Municipais de Cachoeira do Sul, o início, a interrupção e o reinício do exercício serão registrados:
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Considerando a função f(x)= 2x - 3 e g(x)= x - 4 o valor de f(-2)+g(2) é igual a:
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Analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O número 3 elevado à potência zero é igual a zero.
( ) O valor do mínimo múltiplo comum entre os números 23 e 12 é 276.
( ) O máximo divisor comum entre os números 24 e 36 é 72.
( ) O número -3 elevado à terceira potência é igual a -27.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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O preço à vista de um eletrodoméstico em uma loja é de R$ 1.250,00. Para comprar a prazo, esse mesmo eletrodoméstico, nessa mesma loja, o cliente deve dar R$ 300,00 de entrada e 6 parcelas de R$ 215,00. A diferença entre o valor cobrado a prazo e à vista é de:
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Lucas percorre o trecho entre as cidades A e B em 1 hora e 30 minutos a uma velocidade média constante de 90 km/h. Paulo percorre o mesmo trecho em 2 horas. Considerando que ambos mantenham a velocidade constante em todo o trecho, a velocidade de Paulo é de:
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Universidades corporativas em alta
Por Fernando Mantovani
Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.
Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.
Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.
Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.
No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.
Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.
(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação às funções sintáticas, no seguinte trecho adaptado do texto: “Muitas empresas investem em programas educacionais”, as expressões sublinhadas são, respectivamente:
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Universidades corporativas em alta
Por Fernando Mantovani
Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.
Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.
Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.
Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.
No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.
Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.
(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação ao seguinte trecho adaptado do texto: “Há mais qualidade de vida, bemestar e prosperidade”, é correto afirmar que:
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Universidades corporativas em alta
Por Fernando Mantovani
Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.
Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.
Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.
Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.
No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.
Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.
(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo relacionadas ao seguinte trecho adaptado do texto: “Muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários”, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O vocábulo “a” é um artigo definido.
( ) O trecho apresenta apenas duas preposições essenciais.
( ) A palavra “educacionais” é adjetivo.
( ) O vocábulo “muitas” é um advérbio de intensidade.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Universidades corporativas em alta
Por Fernando Mantovani
Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.
Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.
Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.
Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.
No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.
Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.
(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Tendo em vista a análise morfológica, no trecho “Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:
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Universidades corporativas em alta
Por Fernando Mantovani
Em 24 de janeiro, o Dia Internacional da Educação é celebrado. Embora ainda seja pouco conhecida, essa data tem um objetivo muito nobre e oportuno: lembrar que o ensino e o aprendizado caminham de mãos dadas com a paz e o desenvolvimento. Nada mais verdadeiro do que essa associação.
Há mais qualidade de vida, bem-estar e prosperidade quando escolas e universidades cumprem o seu papel de produzir e distribuir conhecimento. E, quando essas instituições são escassas, seja em qualidade seja em quantidade, sobram problemas sociais e econômicos, entre eles a falta de profissionais qualificados.
Cientes dessa lógica, muitas empresas passaram a investir em programas educacionais para funcionários, em parceria com faculdades, contribuindo para a formação e o aprimoramento técnico e comportamental da mão de obra. Em geral, o objetivo das chamadas universidades corporativas é preencher lacunas que nem sempre são preenchidas durante ou após a graduação.
Além de estudantes que não conseguem ingressar em uma universidade ou completar o ensino superior por falta de recursos financeiros, há os que concluem o curso sem adquirir uma boa base teórica ou importantes habilidades, como as chamadas soft skills (como boa comunicação e espírito colaborativo). O resultado disso é negativo para todos: os formandos encontram obstáculos para entrar e evoluir no mercado de trabalho, assim como as organizações deparam-se com dificuldade na hora de contratar. Todos esses desafios são atacados pelas universidades corporativas. Elas costumam oferecer opções de mensalidade, horários, disciplinas, entre outros aspectos mais compatíveis com a realidade de quem já tem alguma experiência profissional e trabalha em período integral.
No mercado brasileiro, as universidades corporativas fazem muita diferença. De acordo com 80% dos recrutadores entrevistados para o Guia Salarial 2023, está difícil ou muito difícil encontrar profissionais com os requisitos técnicos e comportamentais necessários para o preenchimento das vagas em aberto. Na percepção de 59% dos profissionais ouvidos, o cenário não deve mudar nos próximos seis meses. E 26% acreditam que a busca ficará ainda mais difícil a partir do segundo semestre.
Nesse contexto, a educação corporativa torna-se uma solução que vai muito além de elevar a quantidade e a qualidade da mão de obra. São muitas vantagens de estruturar e proporcionar uma universidade corporativa aos times, dentre as quais é possível citar: atração e retenção de talentos; evolução contínua; lideranças com protagonismo; fortalecimento da cultura organizacional; estímulo à inovação; entre outras. Portanto, entre academia e empresa, nascem inúmeras possibilidades de transformação e de sucesso para todos os envolvidos nesse tipo de projeto.
(Disponível em: https://exame.com/colunistas/sua-carreira-sua-gestao/universidades-corporativas-em-alta/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Conforme destaque, a conjunção “portanto” indica o sentido de:
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