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Foram encontradas 40 questões.

2655190 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Os motoristas mais cautelosos estão habituados evitar confrontos no trânsito e não reagem agressividade vinda das pessoas menos educadas, que geralmente não se importam normas de convivência.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas devem ser preenchidas, na ordem em que se apresentam, por:

 

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2655189 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Leia a tirinha.

Enunciado 3183463-1

(Mauricio de Sousa. Os Sousa: uma família do barulho. Porto Alegre: L&PM, 2018).

De acordo com a leitura da tirinha, pode-se afirmar que

 

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2655188 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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A concordância entre as palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:

 

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2655187 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Assinale a alternativa em que a vírgula está empregada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

 

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2655186 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Motoristas solidários

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último dinossauro. Usa as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

O trânsito em qualquer cidade do mundo é um reflexo da vida competitiva que as pessoas levam, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar.

Mas há uma exceção, uma pequena clareira de solidariedade na janela. É a porta que abre. Quando o carro ao lado emparelha com o da outra pessoa e alguém põe a cabeça para fora, o outro se prepara para o pior. Mas pode ter uma surpresa.

─ Porta aberta!

─ O quê?

O motorista custa a acreditar que não está sendo xingado. O inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta abrir e a outra pessoa sofrer algum acidente. A porta aberta determina uma espécie de trégua. Se por acaso o motorista não ouve o primeiro aviso “Olha a porta aberta!”, vão atrás, buzinando. É como se fosse um código de honra, um intervalo nas agressões cotidianas. E isso significa que, ao menos no trânsito, não voltamos totalmente ao estado primitivo e podemos, sim, ter esperanças na civilização.

(Luís Fernando Veríssimo. Informe do planeta azul e outras histórias. São Paulo: Boa Companhia, 2018. Adaptado)

No trecho do 3º parágrafo ─ Quando o carro ao lado emparelha com o da outra pessoa e alguém põe a cabeça para fora... ─, as palavras destacadas estabelecem, na ordem em que se apresentam, sentido de

 

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2655185 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Motoristas solidários

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último dinossauro. Usa as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

O trânsito em qualquer cidade do mundo é um reflexo da vida competitiva que as pessoas levam, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar.

Mas há uma exceção, uma pequena clareira de solidariedade na janela. É a porta que abre. Quando o carro ao lado emparelha com o da outra pessoa e alguém põe a cabeça para fora, o outro se prepara para o pior. Mas pode ter uma surpresa.

─ Porta aberta!

─ O quê?

O motorista custa a acreditar que não está sendo xingado. O inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta abrir e a outra pessoa sofrer algum acidente. A porta aberta determina uma espécie de trégua. Se por acaso o motorista não ouve o primeiro aviso “Olha a porta aberta!”, vão atrás, buzinando. É como se fosse um código de honra, um intervalo nas agressões cotidianas. E isso significa que, ao menos no trânsito, não voltamos totalmente ao estado primitivo e podemos, sim, ter esperanças na civilização.

(Luís Fernando Veríssimo. Informe do planeta azul e outras histórias. São Paulo: Boa Companhia, 2018. Adaptado)

Na frase do 2º parágrafo ─ O trânsito em qualquer cidade do mundo é um reflexo da vida competitiva que as pessoas levam... ─, os dois verbos destacados estão no tempo presente. Conjugando-os no passado, tem-se:

 

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2655184 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Motoristas solidários

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último dinossauro. Usa as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

O trânsito em qualquer cidade do mundo é um reflexo da vida competitiva que as pessoas levam, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar.

Mas há uma exceção, uma pequena clareira de solidariedade na janela. É a porta que abre. Quando o carro ao lado emparelha com o da outra pessoa e alguém põe a cabeça para fora, o outro se prepara para o pior. Mas pode ter uma surpresa.

─ Porta aberta!

─ O quê?

O motorista custa a acreditar que não está sendo xingado. O inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta abrir e a outra pessoa sofrer algum acidente. A porta aberta determina uma espécie de trégua. Se por acaso o motorista não ouve o primeiro aviso “Olha a porta aberta!”, vão atrás, buzinando. É como se fosse um código de honra, um intervalo nas agressões cotidianas. E isso significa que, ao menos no trânsito, não voltamos totalmente ao estado primitivo e podemos, sim, ter esperanças na civilização.

(Luís Fernando Veríssimo. Informe do planeta azul e outras histórias. São Paulo: Boa Companhia, 2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavra empregada com sentido figurado.

 

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2655183 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Motoristas solidários

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último dinossauro. Usa as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

O trânsito em qualquer cidade do mundo é um reflexo da vida competitiva que as pessoas levam, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar.

Mas há uma exceção, uma pequena clareira de solidariedade na janela. É a porta que abre. Quando o carro ao lado emparelha com o da outra pessoa e alguém põe a cabeça para fora, o outro se prepara para o pior. Mas pode ter uma surpresa.

─ Porta aberta!

─ O quê?

O motorista custa a acreditar que não está sendo xingado. O inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta abrir e a outra pessoa sofrer algum acidente. A porta aberta determina uma espécie de trégua. Se por acaso o motorista não ouve o primeiro aviso “Olha a porta aberta!”, vão atrás, buzinando. É como se fosse um código de honra, um intervalo nas agressões cotidianas. E isso significa que, ao menos no trânsito, não voltamos totalmente ao estado primitivo e podemos, sim, ter esperanças na civilização.

(Luís Fernando Veríssimo. Informe do planeta azul e outras histórias. São Paulo: Boa Companhia, 2018. Adaptado)

No trecho do 1º parágrafo – Usa as mesmas táticas de intimidação... –, a expressão destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por

 

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2655182 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Motoristas solidários

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último dinossauro. Usa as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

O trânsito em qualquer cidade do mundo é um reflexo da vida competitiva que as pessoas levam, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar.

Mas há uma exceção, uma pequena clareira de solidariedade na janela. É a porta que abre. Quando o carro ao lado emparelha com o da outra pessoa e alguém põe a cabeça para fora, o outro se prepara para o pior. Mas pode ter uma surpresa.

─ Porta aberta!

─ O quê?

O motorista custa a acreditar que não está sendo xingado. O inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta abrir e a outra pessoa sofrer algum acidente. A porta aberta determina uma espécie de trégua. Se por acaso o motorista não ouve o primeiro aviso “Olha a porta aberta!”, vão atrás, buzinando. É como se fosse um código de honra, um intervalo nas agressões cotidianas. E isso significa que, ao menos no trânsito, não voltamos totalmente ao estado primitivo e podemos, sim, ter esperanças na civilização.

(Luís Fernando Veríssimo. Informe do planeta azul e outras histórias. São Paulo: Boa Companhia, 2018. Adaptado)

Segundo o texto, em relação ao comportamento no trânsito, é possível haver

 

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2655181 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP
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Motoristas solidários

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se fosse o último dinossauro. Usa as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

O trânsito em qualquer cidade do mundo é um reflexo da vida competitiva que as pessoas levam, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar.

Mas há uma exceção, uma pequena clareira de solidariedade na janela. É a porta que abre. Quando o carro ao lado emparelha com o da outra pessoa e alguém põe a cabeça para fora, o outro se prepara para o pior. Mas pode ter uma surpresa.

─ Porta aberta!

─ O quê?

O motorista custa a acreditar que não está sendo xingado. O inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade de a porta abrir e a outra pessoa sofrer algum acidente. A porta aberta determina uma espécie de trégua. Se por acaso o motorista não ouve o primeiro aviso “Olha a porta aberta!”, vão atrás, buzinando. É como se fosse um código de honra, um intervalo nas agressões cotidianas. E isso significa que, ao menos no trânsito, não voltamos totalmente ao estado primitivo e podemos, sim, ter esperanças na civilização.

(Luís Fernando Veríssimo. Informe do planeta azul e outras histórias. São Paulo: Boa Companhia, 2018. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que

 

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