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João tomou um empréstimo de R$8.000,00 numa instituição financeira a juros de 7% ao mês. Dois meses depois, João pagou R$6.000,00 do empréstimo e um mês após este pagamento, liquidou todo a operação. Qual o valor do último pagamento? (use 1,072 = 1,15 e 1,073 = 1,23)
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A radioterapia é um tratamento que utiliza radiações ionizantes para destruir tumores. A função e(x) = 5 + log(x/8), onde "x" é a idade do paciente, representa o tempo em minutos necessários de exposição à radiação para uma eficiente absorção e sucesso do tratamento. Qual o tempo necessário de exposição para um paciente de 16 anos? (use log2 = 0,3)
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8.
Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
Houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração.
O predicado da oração é composto pela expressão:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8.
Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva.
Assinale a opção cujo vocábulo contenha encontro vocálico e consonantal simultaneamente.
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Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Assinale a opção cujo vocábulo, morfologicamente, expresse uma característica ou estado de um ser.
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoSubjuntivo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoFormação dos Tempos Verbais
- MorfologiaVerbosFormas NominaisInfinitivo
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Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento 'foram' o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos.
O verbo destacado encontra-se conjugado no:
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Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
Você tem tendência genética à ansiedade? Ou à introversão? Hoje em dia, é possível responder a estas perguntas, graças a um novo e polêmico campo científico: a genômica social e do comportamento.
De acordo com o texto base:
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- OrtografiaPontuação
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
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Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração original do sentido da frase.
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Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
A genômica social beneficia as pessoas e orientará políticas sociais mais eficazes. Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
Segundo as regras de acentuação gráfica:
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Genômica social, a polêmica análise de propensão a traços como estresse ou introversão
A genômica é o estudo do genoma humano. Ela permitiu grandes avanços na compreensão de doenças como o câncer.
Mas as técnicas da genética "estão sendo aplicadas em uma nova frente, um campo onde ela nunca havia sido adotada antes: o campo da psicologia e da sociologia. E surgem coisas realmente controversas", diz à BBC News Mundo o geneticista espanhol Manuel Pérez Alonso, professor de genética da Universidade de Valência, na Espanha.
Há uma década, já é possível calcular nosso risco de contrair certas doenças a partir de uma amostra de saliva. A novidade é que, agora, podemos conhecer também nossa propensão genética, por exemplo, ao estresse, à ansiedade, ao isolamento ou tempo de escolaridade.
A genômica social beneficia as pessoas e, no futuro, orientará políticas sociais mais eficazes, segundo os especialistas.
Mas esses mesmos cientistas advertem sobre o risco de mau uso dessas ferramentas, até com motivações racistas.
As promessas e perigos da genômica social e do comportamento foram o tema de um recente encontro do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos Estados Unidos - NHGRI, na sigla em inglês.
Dois avanços paralelos possibilitaram o surgimento da genômica social, segundo Pérez Alonso.
"De um lado, tivemos um avanço tecnológico muito importante, que foi a redução de custos do sequenciamento do DNA para ter acesso às informações genômicas. A queda dos custos foi espetacular".
"E, por outro lado, houve também uma explosão no desenvolvimento de ferramentas de informática de última geração que permite processar grande quantidade de dados", afirma o geneticista. "A combinação destes fatores levou a uma explosão de informações, fazendo com que estudos que antes eram muito complexos agora sejam relativamente simples."
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram o que se conhece hoje como estudos de associação do genoma completo.
Com base nestes estudos, é calculado um número que expressa o risco de uma pessoa padecer de uma certa doença ou ter uma certa característica social ou psicológica. Este número é conhecido como avaliação do risco poligênico.
Segundo Benjamin, a avaliação do risco poligênico reúne as relações de milhões de variantes genéticas em uma única variável resumida e mede a capacidade de propensão genética para uma determinada característica.
O cientista acrescentou que, na última década, passou a ser possível criar índices de risco poligênico porque o estudo pode ser realizado em centenas de milhares ou milhões de pessoas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw5 nd07exgyo. Adaptado.
Essas duas inovações - o sequenciamento do DNA e a informática - possibilitaram os estudos de associação do genoma completo.
O núcleo do sujeito da oração é expresso pelo(s) vocábulo(s):
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