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Conforme o DSM, avalie a descrição a seguir:
“Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos e padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, presentes durante o desenvolvimento do indivíduo, sem prejuízo significativo à sua vida.”
Avalie se essa descrição pode caracterizar:
I. Transtorno de Personalidade Esquizotípica.
II. Esquizofrenia.
III. Transtorno do Espectro Autista.
IV. Transtorno do Desenvolvimento Intelectual.
Nesse caso, assinale a opção correta.
“Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos e padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, presentes durante o desenvolvimento do indivíduo, sem prejuízo significativo à sua vida.”
Avalie se essa descrição pode caracterizar:
I. Transtorno de Personalidade Esquizotípica.
II. Esquizofrenia.
III. Transtorno do Espectro Autista.
IV. Transtorno do Desenvolvimento Intelectual.
Nesse caso, assinale a opção correta.
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Leia o fragmento a seguir.
Juliette acredita nas próprias histórias por mais estranhas que possam ser. Neste momento, está contando para as pessoas que é bisneta da princesa Anastásia da Rússia.
Sobre a conduta de Juliette, analise as afirmativas a seguir.
I. Caso se revelem como fantasias bem estruturadas, porém passíveis de autoquestionamento, conforme os argumentos são construídos, não podemos considerar a existência de um delírio. No entanto, podemos estar diante de um caso de pseudologia fantástica, que são fantasias construídas ao redor dos desejos da paciente e mescladas à sua realidade.
II. Este fenômeno pode estar presente no transtorno de personalidade histriônico, uma vez que pode ser instrumento na expectativa de centralização da atenção de outrem ao redor da pessoa do paciente.
III. Sendo as histórias de Juliette um delírio, a variedade de transtornos potencialmente responsáveis é muito grande, da esquizofrenia até mesmo um transtorno delirante persistente.
Está correto o que se afirma em
Juliette acredita nas próprias histórias por mais estranhas que possam ser. Neste momento, está contando para as pessoas que é bisneta da princesa Anastásia da Rússia.
Sobre a conduta de Juliette, analise as afirmativas a seguir.
I. Caso se revelem como fantasias bem estruturadas, porém passíveis de autoquestionamento, conforme os argumentos são construídos, não podemos considerar a existência de um delírio. No entanto, podemos estar diante de um caso de pseudologia fantástica, que são fantasias construídas ao redor dos desejos da paciente e mescladas à sua realidade.
II. Este fenômeno pode estar presente no transtorno de personalidade histriônico, uma vez que pode ser instrumento na expectativa de centralização da atenção de outrem ao redor da pessoa do paciente.
III. Sendo as histórias de Juliette um delírio, a variedade de transtornos potencialmente responsáveis é muito grande, da esquizofrenia até mesmo um transtorno delirante persistente.
Está correto o que se afirma em
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Assinale a opção que indica a mais severa complicação do uso do
lítio a longo prazo.
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Assinale a opção que indica a alteração eletrolítica que a
paroxetina, assim como outros inibidores seletivos da recaptação
de serotonina, pode produzir.
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Atenção: use o caso descrito a seguir para responder a próxima questão.
Helvécio, contador, 28 anos, contraiu Covid-19 em 2021. Apesar
da boa evolução, ele experimentou um estado de ansiedade
intenso, com sintomas psicossomáticos (dor torácica e dispneia).
Durante os dez dias da infecção, foi ao hospital algumas vezes
acreditando estar em estado hipoxêmico, dada a intensidade da
sensação de dispneia, mas era sempre “alarme falso”.
Logo após sua cura clínica, seu irmão contraiu Covid-19 pela
segunda vez e desenvolveu uma forma mais grave, precisando
ficar quatro dias em observação na UTI.
A partir daí, Helvécio começou a “ter mania de Covid”. Usava
mais de um litro de álcool gel ao dia para as mãos e limpava a
casa incessantemente. “Eu penso que o vírus pode ter
sobrevivido. Na maçaneta do quarto, por exemplo. Tenho que
limpar a mão com álcool, tudo com álcool. Mas minha cabeça diz
que o vírus continua ali. E começo a sentir ele dentro de mim,
será que estou doido?”
Como está trabalhando em home-office, Helvécio evita ao
máximo qualquer contato com o mundo exterior. As únicas
pessoas que ele tem recebido em casa são a mãe e o irmão. E
ambos têm que fazer um auto teste de antígeno na área de
serviço, e ainda entrar de máscara, assentar-se ou tocar somente
no que é pré-determinado por ele.
Ele tem saído à rua apenas para o estritamente indispensável e,
quando o faz, usa luvas, óculos protetores, e no mínimo duas
máscaras. Desce e sobe pelas escadas para não se encontrar com
alguém no elevador. Caso encontre com alguém no saguão do
seu prédio, tem que voltar em casa e aguardar alguns minutos
“para o ar renovar... É o medo do vírus ainda estar ali, no ar que
as pessoas respiraram...” Basta ouvir a palavra Covid que até hoje
começa a tossir descontroladamente. Tem feito de três a quatro
auto testes de Covid ao dia, chegando a nove, de marcas
diferentes e farmácias diferentes. Há uma semana foi às carreiras
para o Hospital, pois havia visto o resultado como positivo.
“Havia uma segunda faixa ali... fraquinha demais, mas havia... o
médico me mandou procurar o psiquiatra e também tomar 4 mg
de risperidona todo dia. Eu não sei o que há de errado comigo...
Porque eu sei que não é assim, mas meu cérebro fica me
torturando dizendo que vou pegar Covid e morrer.”
A mãe e o irmão de Helvécio contam que ele sempre foi um
jovem tranquilo, embora muito organizado, perfeccionista e
sistemático. Além de processos ansiosos autolimitados,
relacionados a situações complicadas de sua vida, não
apresentava antes nenhum indício de sofrimento mental
significativo.
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Atenção: use o caso descrito a seguir para responder a próxima questão.
Helvécio, contador, 28 anos, contraiu Covid-19 em 2021. Apesar
da boa evolução, ele experimentou um estado de ansiedade
intenso, com sintomas psicossomáticos (dor torácica e dispneia).
Durante os dez dias da infecção, foi ao hospital algumas vezes
acreditando estar em estado hipoxêmico, dada a intensidade da
sensação de dispneia, mas era sempre “alarme falso”.
Logo após sua cura clínica, seu irmão contraiu Covid-19 pela
segunda vez e desenvolveu uma forma mais grave, precisando
ficar quatro dias em observação na UTI.
A partir daí, Helvécio começou a “ter mania de Covid”. Usava
mais de um litro de álcool gel ao dia para as mãos e limpava a
casa incessantemente. “Eu penso que o vírus pode ter
sobrevivido. Na maçaneta do quarto, por exemplo. Tenho que
limpar a mão com álcool, tudo com álcool. Mas minha cabeça diz
que o vírus continua ali. E começo a sentir ele dentro de mim,
será que estou doido?”
Como está trabalhando em home-office, Helvécio evita ao
máximo qualquer contato com o mundo exterior. As únicas
pessoas que ele tem recebido em casa são a mãe e o irmão. E
ambos têm que fazer um auto teste de antígeno na área de
serviço, e ainda entrar de máscara, assentar-se ou tocar somente
no que é pré-determinado por ele.
Ele tem saído à rua apenas para o estritamente indispensável e,
quando o faz, usa luvas, óculos protetores, e no mínimo duas
máscaras. Desce e sobe pelas escadas para não se encontrar com
alguém no elevador. Caso encontre com alguém no saguão do
seu prédio, tem que voltar em casa e aguardar alguns minutos
“para o ar renovar... É o medo do vírus ainda estar ali, no ar que
as pessoas respiraram...” Basta ouvir a palavra Covid que até hoje
começa a tossir descontroladamente. Tem feito de três a quatro
auto testes de Covid ao dia, chegando a nove, de marcas
diferentes e farmácias diferentes. Há uma semana foi às carreiras
para o Hospital, pois havia visto o resultado como positivo.
“Havia uma segunda faixa ali... fraquinha demais, mas havia... o
médico me mandou procurar o psiquiatra e também tomar 4 mg
de risperidona todo dia. Eu não sei o que há de errado comigo...
Porque eu sei que não é assim, mas meu cérebro fica me
torturando dizendo que vou pegar Covid e morrer.”
A mãe e o irmão de Helvécio contam que ele sempre foi um
jovem tranquilo, embora muito organizado, perfeccionista e
sistemático. Além de processos ansiosos autolimitados,
relacionados a situações complicadas de sua vida, não
apresentava antes nenhum indício de sofrimento mental
significativo.
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Assinale a opção que indica a faixa etária com maior risco de
suicídio no Brasil.
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Sobre as atribuições do médico da trabalho, segundo o Art. 1º da
Resolução nº 2.323/22 do CFM, assinale a afirmativa correta.
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Avalie, com base no Art. 1º da Resolução nº 2.323/22, do
Conselho Federal de Medicina (CFM), se as atribuições do médico
do trabalho incluem:
I. Assistir ao trabalhador, elaborar seu prontuário médico e fazer todos os encaminhamentos devidos.
II. Fornecer atestados e pareceres para o trabalhador apenas se determinado pela autoridade competente, considerando que o repouso, o acesso a terapias ou o afastamento da exposição nociva faz parte do tratamento.
III. Fornecer laudos, pareceres e relatórios de exame médico ao paciente ou seu familiar, sempre que solicitado.
IV. Promover, com a ciência do trabalhador, a discussão clínica com o especialista assistente do trabalhador sempre que julgar necessário e propor mudanças no contexto do trabalho, quando indicadas, com vistas ao melhor resultado do tratamento.
Está correto e em conformidade com a resolução, o que se afirma em
I. Assistir ao trabalhador, elaborar seu prontuário médico e fazer todos os encaminhamentos devidos.
II. Fornecer atestados e pareceres para o trabalhador apenas se determinado pela autoridade competente, considerando que o repouso, o acesso a terapias ou o afastamento da exposição nociva faz parte do tratamento.
III. Fornecer laudos, pareceres e relatórios de exame médico ao paciente ou seu familiar, sempre que solicitado.
IV. Promover, com a ciência do trabalhador, a discussão clínica com o especialista assistente do trabalhador sempre que julgar necessário e propor mudanças no contexto do trabalho, quando indicadas, com vistas ao melhor resultado do tratamento.
Está correto e em conformidade com a resolução, o que se afirma em
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Assinale a opção que indica o fármaco que, associado ao
tratamento convencional de primeira linha, potencializa os
efeitos antidepressivos nos casos de depressão unipolar
resistente ao tratamento.
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