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Foram encontradas 106 questões.

1363081 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
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As compras de mercadorias e serviços realizadas pela União, Estados e Municípios devem ser realizadas segundo os parâmetros da legislação vigente. Uma das formas de contratação permitidas na lei consiste na modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas. Tal modalidade recebe o nome de:

 

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1363044 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
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DO DIÁRIO DE CARLINHOS

Ronald Claver

1º A cabeça dói. As pessoas falam ao mesmo tempo. Quero sair. A noite começa além da porta. Se há lua, não sei. Lua é na beira do rio. Estrelas há. Sempre existem. Principalmente quando se viaja de madrugada para pescar, as estrelas invadem a boleia da camioneta e um luão clareia o fundo das águas. A lua na cidade fica nos postes. São pirilampos. Acendem aqui, apagam ali. Lanterna em mão de menino, balançando sempre.

2º Olho para as pessoas e não penso nada. Elas continuam falando, rindo. A festa continua. A noite continua além da porta. Continuo olhando para todos sem pensar. Aliás, não tenho muito o que pensar. De sonhar eu gosto. De noite, quando coloco a cabeça no Godofredo, meu travesseiro, me transformo. Vivo bicho, peão, padre, aviador, soldado, jogador de futebol. É sonho de nunca acabar.

3º Gosto de pensar pensamentos esquisito, estranhos e engraçados. E enquanto as pessoas falam, e a festa não termina, estou no zoológico. Sou um crocodilo e me alimento de borboletas amarelas. Meus muitos dentes são alvos e encavalados. Tenho uma cara dura, grande e feroz. Pescoço não tenho. Tenho é um rabão de quase metro e meio. Faço medo nas pessoas quando encaro a boca. Todos têm medo de mim, inclusive as borboletas amarelas.

4º Viver no zoológico é triste. E não quero ser triste. Crocodilo é bicho de rio grande, de comida farta, de gula sempre. Aqui a comida vem pouca e de hora marcada. Às vezes, o guardião se esquece da gente. O jeito é apelar para as borboletas. Logo eu que sou bicho caçador, ardiloso, maldoso. De comer até hipopótamo nos filmes de Tarzan, Aqui não passo de uma vitrina. Todo mundo diz: “Que bicho mais feio! Tem dente demais!” “Olha que bicho nojento, asqueroso!” “Esse aí logo vai virar sapato!” E outras bobagens mais.

5º Não. Não quero ser crocodilo de zoológico. Se aqui, ao menos, tivesse uma crocodila. E amor de crocodilo como será? Nunca imaginei.

6º Hoje vi Carol. Disse: “Olá, Carol”. Ela respondeu: “Olá”. E continuou no seu caminho. O coração pulando na boca, e Carol se perdendo na primeira esquina. Fiquei um tempo enorme ali, olhando para a esquina, como se a esquina fosse devolver Carol. Engoli as palavras que seriam de Carol e fiquem amuado. Será que a Carol é um sonho? Pior. Carol é sonho acordado. “Tudo é possível”, diz minha mãe. Mãe é mulher. Carol é mulher. Tudo igual. Minha mãe não conhece Carol, nem reparou no amor dos crocodilos. Carol e crocodilo são da mesma família. Parecem em tudo. Alheios a tudo. Ambos têm um jeito de me ignorar.

Assinale a alternativa em que o feminino dos substantivos masculinos retirados do texto está incorreto:

 

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1362544 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
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DO DIÁRIO DE CARLINHOS

Ronald Claver

1º A cabeça dói. As pessoas falam ao mesmo tempo. Quero sair. A noite começa além da porta. Se há lua, não sei. Lua é na beira do rio. Estrelas há. Sempre existem. Principalmente quando se viaja de madrugada para pescar, as estrelas invadem a boleia da camioneta e um luão clareia o fundo das águas. A lua na cidade fica nos postes. São pirilampos. Acendem aqui, apagam ali. Lanterna em mão de menino, balançando sempre.

2º Olho para as pessoas e não penso nada. Elas continuam falando, rindo. A festa continua. A noite continua além da porta. Continuo olhando para todos sem pensar. Aliás, não tenho muito o que pensar. De sonhar eu gosto. De noite, quando coloco a cabeça no Godofredo, meu travesseiro, me transformo. Vivo bicho, peão, padre, aviador, soldado, jogador de futebol. É sonho de nunca acabar.

3º Gosto de pensar pensamentos esquisito, estranhos e engraçados. E enquanto as pessoas falam, e a festa não termina, estou no zoológico. Sou um crocodilo e me alimento de borboletas amarelas. Meus muitos dentes são alvos e encavalados. Tenho uma cara dura, grande e feroz. Pescoço não tenho. Tenho é um rabão de quase metro e meio. Faço medo nas pessoas quando encaro a boca. Todos têm medo de mim, inclusive as borboletas amarelas.

4º Viver no zoológico é triste. E não quero ser triste. Crocodilo é bicho de rio grande, de comida farta, de gula sempre. Aqui a comida vem pouca e de hora marcada. Às vezes, o guardião se esquece da gente. O jeito é apelar para as borboletas. Logo eu que sou bicho caçador, ardiloso, maldoso. De comer até hipopótamo nos filmes de Tarzan, Aqui não passo de uma vitrina. Todo mundo diz: “Que bicho mais feio! Tem dente demais!” “Olha que bicho nojento, asqueroso!” “Esse aí logo vai virar sapato!” E outras bobagens mais.

5º Não. Não quero ser crocodilo de zoológico. Se aqui, ao menos, tivesse uma crocodila. E amor de crocodilo como será? Nunca imaginei.

6º Hoje vi Carol. Disse: “Olá, Carol”. Ela respondeu: “Olá”. E continuou no seu caminho. O coração pulando na boca, e Carol se perdendo na primeira esquina. Fiquei um tempo enorme ali, olhando para a esquina, como se a esquina fosse devolver Carol. Engoli as palavras que seriam de Carol e fiquem amuado. Será que a Carol é um sonho? Pior. Carol é sonho acordado. “Tudo é possível”, diz minha mãe. Mãe é mulher. Carol é mulher. Tudo igual. Minha mãe não conhece Carol, nem reparou no amor dos crocodilos. Carol e crocodilo são da mesma família. Parecem em tudo. Alheios a tudo. Ambos têm um jeito de me ignorar.

Assinale a alternativa em que explica o que Carlinhos quis dizer em “Se há lua, não sei. Lua é na beira do rio.” (1º parágrafo):

 

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1362318 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
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A Lei Orgânica do Município de Ibiraçu define que o Poder Legislativo será exercido pela Câmara Municipal, com autonomia funcional, administrativa e financeira. Apesar da autonomia conferida à Câmara Municipal, devem ser observados alguns procedimentos e limites para que os atos sejam considerados válidos. Assinale a alternativa que apresenta os limites a serem respeitados pela Lei que fixa os subsídios dos Vereadores nos termos da legislação municipal vigente:

 

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1360230 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
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Quantos municípios limítrofes de Ibiraçu são banhados pelo mar?

 

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1360138 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES

O perímetro de um triângulo retângulo mede 45 cm, e seus lados formam uma progressão aritmética de razão 3. A área desse triângulo é igual a:

 

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1359791 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
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A despesa pública precisa cumprir algumas formalidades legais para que esteja em perfeita harmonia com a legislação brasileira vigente para os órgãos públicos. Dentre os estágios da despesa pública, temos a liquidação da despesa, que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor para posterior pagamento. Como regra geral, antes da despesa ser liquidada o ente público deverá realizar:

 

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1359756 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
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DO DIÁRIO DE CARLINHOS

Ronald Claver

1º A cabeça dói. As pessoas falam ao mesmo tempo. Quero sair. A noite começa além da porta. Se há lua, não sei. Lua é na beira do rio. Estrelas há. Sempre existem. Principalmente quando se viaja de madrugada para pescar, as estrelas invadem a boleia da camioneta e um luão clareia o fundo das águas. A lua na cidade fica nos postes. São pirilampos. Acendem aqui, apagam ali. Lanterna em mão de menino, balançando sempre.

2º Olho para as pessoas e não penso nada. Elas continuam falando, rindo. A festa continua. A noite continua além da porta. Continuo olhando para todos sem pensar. Aliás, não tenho muito o que pensar. De sonhar eu gosto. De noite, quando coloco a cabeça no Godofredo, meu travesseiro, me transformo. Vivo bicho, peão, padre, aviador, soldado, jogador de futebol. É sonho de nunca acabar.

3º Gosto de pensar pensamentos esquisito, estranhos e engraçados. E enquanto as pessoas falam, e a festa não termina, estou no zoológico. Sou um crocodilo e me alimento de borboletas amarelas. Meus muitos dentes são alvos e encavalados. Tenho uma cara dura, grande e feroz. Pescoço não tenho. Tenho é um rabão de quase metro e meio. Faço medo nas pessoas quando encaro a boca. Todos têm medo de mim, inclusive as borboletas amarelas.

4º Viver no zoológico é triste. E não quero ser triste. Crocodilo é bicho de rio grande, de comida farta, de gula sempre. Aqui a comida vem pouca e de hora marcada. Às vezes, o guardião se esquece da gente. O jeito é apelar para as borboletas. Logo eu que sou bicho caçador, ardiloso, maldoso. De comer até hipopótamo nos filmes de Tarzan, Aqui não passo de uma vitrina. Todo mundo diz: “Que bicho mais feio! Tem dente demais!” “Olha que bicho nojento, asqueroso!” “Esse aí logo vai virar sapato!” E outras bobagens mais.

5º Não. Não quero ser crocodilo de zoológico. Se aqui, ao menos, tivesse uma crocodila. E amor de crocodilo como será? Nunca imaginei.

6º Hoje vi Carol. Disse: “Olá, Carol”. Ela respondeu: “Olá”. E continuou no seu caminho. O coração pulando na boca, e Carol se perdendo na primeira esquina. Fiquei um tempo enorme ali, olhando para a esquina, como se a esquina fosse devolver Carol. Engoli as palavras que seriam de Carol e fiquem amuado. Será que a Carol é um sonho? Pior. Carol é sonho acordado. “Tudo é possível”, diz minha mãe. Mãe é mulher. Carol é mulher. Tudo igual. Minha mãe não conhece Carol, nem reparou no amor dos crocodilos. Carol e crocodilo são da mesma família. Parecem em tudo. Alheios a tudo. Ambos têm um jeito de me ignorar.

“Nojento” escreve-se com “j”. Também se escreve com “j”:

 

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1358722 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES

CÁRCERE DAS ALMAS

Cruz e Sousa

1 Ah! toda a alma num cárcere anda presa,
2 Soluçando nas trevas, entre as grades
3 Do Calabouço olhando imensidades,
4 Mares, estrelas, tardes, natureza!

5 Tudo se veste de uma igual grandeza
6 Quando a alma entre grilhões as liberdades
7 Sonha e sonhando, as imortalidades
8 Rasga no etéreo Espaço da Pureza.

9 Ó almas presas, mudas e fechadas
10 Nas prisões colossais e abandonadas,
11 Da dor do calabouço, atroz, funéreo!

12 Nesses silêncios solitários, graves,
13 Que chaveiro do Céu possui as chaves
14 Para abrir-vos as portas do Ministério?!

“Ah! toda a alma num cárcere anda presa”.

Assinale a afirmativa certa quanto ao conteúdo semântico da palavra “cárcere”:

 

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1358114 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: EXATUS
Orgão: Câm. Ibiraçu-ES
Provas:

A legislação determina que seja observando como limite de remuneração, em qualquer caso, o subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal e veda a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto quando houver compatibilidade de horários, somente permitida para no caso de:

 

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