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Para brasileiros, aquecimento global não é
o maior problema Publicidade
RICARDO MIOTO
da Folha de S. Paulo
O brasileiro não considera o aquecimento global uma prioridade e erra feio ao apontar as suas causas. Mas se diz disposto a pagar para amenizá-lo, mostra pesquisa Datafolha.
O Datafolha ouviu 2.073 pessoas em 124 municípios em todas as regiões do Brasil entre 9 e 11 de setembro. Numa lista de dez grandes problemas mundiais, apenas 5% dos entrevistados mencionaram o aquecimento global como sua maior preocupação. Pobreza, violência e fome aparecem nos primeiros lugares.
Em empate técnico (a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos) aparecem mortalidade infantil (6%), falta de acesso à educação (5%) e terrorismo (4%). A biodiversidade aparece como preocupação principal de apenas 1%
dos entrevistados.
Podendo escolher mais de uma opção, os entrevistados apontaram a falta de cuidado com o lixo (com 60%) e com a água (45%) como os maiores culpados pela mudança climática. Só depois surgem carros (36%) e desperdício de energia (32%), que estão entre as principais causas do problema.
Ainda assim, as pessoas se dizem dispostas a gastar dinheiro em nome do combate ao aquecimento global, seja em mais impostos, em uma conta de luz mais cara ou no supermercado. A maioria dos entrevistados (58%) diz que pagaria imposto para preservar a Amazônia e reduzir as emissões.
"É a resposta socialmente esperada. Mostra que há receptividade [à questão ambiental]. Mas pergunte quando as pessoas pagaram mais caro para favorecer o ambiente. Provavelmente ninguém saberá dizer", diz Fábio Mariano, especialista em consumo da ESPM.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u662504.sht
ml
Todas as alternativas abaixo apresentam um substantivo destacado, EXCETO:
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Para brasileiros, aquecimento global não é
o maior problema Publicidade
RICARDO MIOTO
da Folha de S. Paulo
O brasileiro não considera o aquecimento global uma prioridade e erra feio ao apontar as suas causas. Mas se diz disposto a pagar para amenizá-lo, mostra pesquisa Datafolha.
O Datafolha ouviu 2.073 pessoas em 124 municípios em todas as regiões do Brasil entre 9 e 11 de setembro. Numa lista de dez grandes problemas mundiais, apenas 5% dos entrevistados mencionaram o aquecimento global como sua maior preocupação. Pobreza, violência e fome aparecem nos primeiros lugares.
Em empate técnico (a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos) aparecem mortalidade infantil (6%), falta de acesso à educação (5%) e terrorismo (4%). A biodiversidade aparece como preocupação principal de apenas 1%
dos entrevistados.
Podendo escolher mais de uma opção, os entrevistados apontaram a falta de cuidado com o lixo (com 60%) e com a água (45%) como os maiores culpados pela mudança climática. Só depois surgem carros (36%) e desperdício de energia (32%), que estão entre as principais causas do problema.
Ainda assim, as pessoas se dizem dispostas a gastar dinheiro em nome do combate ao aquecimento global, seja em mais impostos, em uma conta de luz mais cara ou no supermercado. A maioria dos entrevistados (58%) diz que pagaria imposto para preservar a Amazônia e reduzir as emissões.
"É a resposta socialmente esperada. Mostra que há receptividade [à questão ambiental]. Mas pergunte quando as pessoas pagaram mais caro para favorecer o ambiente. Provavelmente ninguém saberá dizer", diz Fábio Mariano, especialista em consumo da ESPM.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u662504.sht
ml
Os plurais das palavras infantil, preocupação e principal são, respectivamente:
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Disponível em <http://www.mafalda.theblog.com.br>. Acesso em
04/12/09
A respeito dos elementos linguísticos empregados na tirinha, assinale a alternativa incorreta.
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Onde devem ser classificados os direitos que tenham por objeto bens corpóreos (tangíveis) destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens (leasing)?
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Considere a sequência
AAAABBCCCAAABBBCCCAABBBBCCC??.
As letras substituidas pela interrogação são, respectivamente:
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Estudo de 30 anos descarta ligação de celular com tumor
cerebral
MAGGIE FOX
da Reuters, em Washington
Um amplo estudo feito ao longo de 30 anos com praticamente todos os habitantes da Escandinávia -- região do norte da Europa-- demonstrou que não há correlação entre o uso de telefones celulares e o surgimento de tumores cerebrais, disseram pesquisadores nesta quinta-feira (3). Embora o uso dos celulares tenha disparado a partir da década de 1990, os tumores cerebrais não se tornaram mais comuns nesse período, segundo o artigo publicado na "Revista do Instituto Nacional do Câncer dos EUA".
Alguns grupos de ativistas e uns poucos pesquisadores já demonstraram preocupação com uma possível ligação entre os celulares e vários tipos de câncer, inclusive tumores cerebrais, embora ao longo dos anos as pesquisas não tenham comprovado isso. "Não detectamos nenhuma mudança clara nas tendências de longo prazo na incidência de tumores cerebrais entre 1998 e 2003 em qualquer subgrupo", escreveram Isabelle Deltour, da Sociedade Dinamarquesa do Câncer, e seus colegas.
Registros detalhados
A equipe analisou a incidência anual de dois tipos de tumores cerebrais --glioma e meningioma-- entre adultos de 20 a 79 anos na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, entre 1974 e 2003. Esses países têm registros detalhados sobre os casos conhecidos de câncer.
A amostra, portanto, representou quase toda a população adulta de 16 milhões de pessoas da região. Ao longo de 30 anos, quase 60 mil pacientes foram diagnosticados com tumores cerebrais.
"Na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, o uso de telefones celulares aumentou fortemente em meados da década de 1990; portanto, as tendências temporais na incidência do tumor cerebral depois de 1998 podem fornecer informações sobre possíveis riscos de tumores associados ao uso de telefones celulares", escreveram os pesquisadores.
Eles notaram um ligeiro aumento contínuo na incidência de tumores cerebrais, mas iniciado em 1974, bem antes da existência dos celulares.
Disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u661704.shtml>.
Acesso em 04/12/09
Assinale a alternativa que apresenta a análise correta das expressões destacadas.
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1514968
Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Irati-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Irati-PR
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O piloto de Fórmula 1 Ayrton Sena da Silva é considerado um herói brasileiro. Assinale a alternativa correta.
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Na transação de venda de um automóvel no valor de R$ 23 580,00 ficou estabelecido que a comissão do corretor seria de 1,5% sobre o valor de venda.
Porém, ao fazer o cálculo de comissão, aplicou-se a taxa de 1,05%. Nessas condições, o corretor teve um prejuízo de
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Como será denominado o fenômeno quando o ativo, de forma anormal, inesperada e involuntária, perder a sua capacidade de gerar benefícios?
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Para brasileiros, aquecimento global não é
o maior problema Publicidade
RICARDO MIOTO
da Folha de S. Paulo
O brasileiro não considera o aquecimento global uma prioridade e erra feio ao apontar as suas causas. Mas se diz disposto a pagar para amenizá-lo, mostra pesquisa Datafolha.
O Datafolha ouviu 2.073 pessoas em 124 municípios em todas as regiões do Brasil entre 9 e 11 de setembro. Numa lista de dez grandes problemas mundiais, apenas 5% dos entrevistados mencionaram o aquecimento global como sua maior preocupação. Pobreza, violência e fome aparecem nos primeiros lugares.
Em empate técnico (a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos) aparecem mortalidade infantil (6%), falta de acesso à educação (5%) e terrorismo (4%). A biodiversidade aparece como preocupação principal de apenas 1%
dos entrevistados.
Podendo escolher mais de uma opção, os entrevistados apontaram a falta de cuidado com o lixo (com 60%) e com a água (45%) como os maiores culpados pela mudança climática. Só depois surgem carros (36%) e desperdício de energia (32%), que estão entre as principais causas do problema.
Ainda assim, as pessoas se dizem dispostas a gastar dinheiro em nome do combate ao aquecimento global, seja em mais impostos, em uma conta de luz mais cara ou no supermercado. A maioria dos entrevistados (58%) diz que pagaria imposto para preservar a Amazônia e reduzir as emissões.
"É a resposta socialmente esperada. Mostra que há receptividade [à questão ambiental]. Mas pergunte quando as pessoas pagaram mais caro para favorecer o ambiente. Provavelmente ninguém saberá dizer", diz Fábio Mariano, especialista em consumo da ESPM.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u662504.sht
ml
Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal conjugada no futuro do presente do indicativo.
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